Como a Reforma Trabalhista afetará os imigrantes (por Adriane Secco)

A reforma trabalhista (Projeto de Lei 6.787) que está prestes a ser definitivamente sancionada apresenta, algumas vezes de forma camuflada, elementos de retrocesso em direitos trabalhistas duramente conquistados ao longo da história.

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As Teses do 14º Congresso do PCdoB (Parte IV)

O Partido Comunista do Brasil abre o debate com seus filiados e militantes. Aprovou, na última reunião de sua direção nacional, realizada e São Paulo, entre os dias 7 e 9 de julho de 2017, a proposta de resolução política, sob o título “Frente Ampla: Novos Rumos para o Brasil (democracia, soberania, desenvolvimento, progresso social)”

Nos próximos quatro meses, esta Resolução vai guiar o debate, que será concluído nos dias 17 a 19 de novembro, no 14º Congresso Nacional do PCdoB, no qual o coletivo partidário aprovará – após amplo e democrático debate – esta resolução que vai orientar a ação partidária nos próximos quatro anos.

Este blog inicia a publicação da proposta de Resolução, que será apresentada a seus leitores em quatro partes.

A divulgação é feita para conhecimento dos leitores deste blog. O debate a respeito dela, aberto a todos os militantes e filiados ao PCdoB, deve ser feito através da Tribuna de Debates do 14º Congresso.

Acesse aqui a parte III.

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Reformas, desigualdades e estratégias de crescimento econômico (por Tiago Oliveira e Clóvis Scherer)

As reformas encaminhadas desde o ano passado têm como fio condutor a redução do tamanho do Estado, viabilizando a promoção de uma estratégia de crescimento econômico excludente, orientada pelo mercado e mais integrada à globalização capitalista

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Garantismo Integral: a “teoria” que só existe no Brasil (por Alfredo Copetti Neto e Ana Cláudia Pinho)

Mais uma da série Estado de Exceção.

É incrível como tudo por aqui é deturpando conceitualmente. Em verdade, não seria demasiado afirmar que, pelas bandas de cá, muito pouco (ou quase nada) se trabalha seriamente um conceito. É como se eles realmente não existissem, não possuíssem um DNA, uma identidade. É como se pudéssemos, nós mesmos, atribuir qualquer sentido para um conceito, um instituto e, até – pasmem – uma teoria! Porém, não há conceito sem coisa, da mesma forma que não há coisa sem história, sem contexto, sem uma tradição, uma construção. Os conceitos não são inventados! Eles hão de possuir uma genealogia. Em suma: o que permite alguém dizer algo sobre algo?

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