Golpe das Teles (por Vanessa Grazziotin)

Conseguimos barrar, temporariamente, uma sórdida manobra de Temer contra o patrimônio público e a nossa soberania: o Golpe das Teles, pelo qual se pretendia entregar R$ 100 bilhões de bens públicos a empresas privadas, em troca de um vago compromisso de investimento. Continue lendo

Em homenagem a Vladmir Ilich Ulianov (Lenin)

Lenin foi, sem dúvidas, o maior líder revolucionário do século XX. Com ele e o povo russo, provamos que a revolução socialista sim era possível. E, que a construção da sociedade socialista o novo desafio a ser conquistado. Ao contrário do que previa Marx, a primeira experiência de edificação da sociedade do proletariado se dera na periferia do sistema capitalista. Lenin foi um desenvolvedor do marxismo. Utilizou-o como lupa para observar, analisar e agir diante da realidade russa. Aportou ao movimento comunista e revolucionário mundial com sua teoria do imperialismo, a relação entre tática e estratégia, o conceito marxista de transição e a grande elaboração acerca do partido como ferramenta do proletariado para sua luta, entre tanta outras.
Vladmir Ilich está no panteão dos combatentes da causa socialista, merece a homenagem de todas as lutadoras e lutadores que batalham cotidianamente pela construção de um mundo de justiça e paz. Em memória, compartilhamos documentário sobre o revolucionário russo que apresenta momentos da vida de Lenin como líder da Revolução Russa.

Tenentismo de Toga: Lava Jato e a rebelião do procuradorismo (por Aldo Fornazieri)

A operação Lava Jato é mais obra dos Procuradores da República do que do juiz Sérgio Moro. Este foi apenas o julgador, o sentenciador, o manifestador de juízos de valor prévios em seus despachos para a realização de operações. Continue lendo

Por que no Brasil há menos ferrovias que transportam passageiros do que na Europa (por Bruno Lupion)

Para as empresas que administram a malha ferroviária, é mais rentável levar cargas. Países europeus têm política pública para subsidiar o transporte de pessoas

Imagem área de trem de passageiros que liga Belo Horizonte (Minas Gerais) a Vitória (Espírito Santo)É comum brasileiros que utilizaram o sistema de trens de longa distância da Europa voltarem ao Brasil se perguntando por que aqui não existe essa opção de transporte. Pessoas mais velhas, que chegaram a usar ferrovias para viajar pelo interior dos Estados ao redor da década de 1950, também nutrem nostalgia desse tempo, que deixou estações vazias em diversas cidades.
A rede ferroviária brasileira, excluindo a de transporte urbano, tem 29 mil quilômetros de extensão. Em 1,6 mil quilômetros, ou 6% do total, passageiros são transportados. Nos outros 94% da rede, só se leva carga. Continue lendo