Dos movimentos modernizantes ao espírito novo: Arquitetura brasileira após a Semana de Arte Moderna (por Rodrigo Queiroz, Maria Luiza de Freitas)

O presente texto (publicado em 2012) se propõe a discutir a tomada de consciência do moderno

na arquitetura brasileira perpassando assim por episódios como a exposição de arquitetura da Semana de Arte Moderna de 1922, a Exposição Internacional Comemorativa do Centenário da Independência, as vindas do arquiteto franco-suíço Le Corbusier em 1929 e 1936 ao Brasil e os momentos que intercalam essas datas e constroem um complexo cenário.

Procura-se demonstrar pela fala de um dos protagonistas da Semana, Mário de Andrade, como a noção de moderno se transmuta ao longo do tempo, até a sua conformação final no seu texto “O Movimento Modernista”. Demonstra-se como ocorre a criação da “consciência coletiva”no âmbito da arquitetura, iniciada em 1922, que tem como marco o ano de 1936, data do projeto para o edifícios-sede do Ministério de Educação e Saúde Pública, denotando o momento de construção da “nova arquitetura” no Brasil.

Dos movimentos modernizantes ao espírito novo_ arquitetura brasileira após a Semana de Arte Moderna