Dia 15 de outubro – Educação ou barbárie? Por Emilia Fernandes

 

Hoje é um dia de reflexão, marcadamente assumido por todos nós educadores, em atitude de compromisso… uma trajetória de vida, conquistas, utopias, lutas, desrespeito, resistência, guerreiras e guerreiros de fé e do conhecimento – Dia das Professoras e dos Professores.

Para onde caminha a educação? Estamos num cenário crítico, desafiador e complexo. Porém, o hoje e o agora, não nos permite admitir que nada podemos fazer, para dar  um basta ao retrocesso.“Não podemos esperar que os demais façam a transformação da sociedade para começar a tarefa urgente e específica que nos corresponde, de transformar as instituições e os educadores do ensino público”. Michel Duclercq Continue lendo

‘O Estado brasileiro parece desintegrar-se’, diz historiador (por Chico Castro Jr.)

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O historiador e cientista político baiano Luiz Alberto Moniz Bandeira tem seu livro mais recente lançado no Brasil: A desordem mundial (Ed. Civilização Brasileira), um amplo estudo do caótico cenário internacional. Aos 80 anos, ele também tem sido homenageado pela sua vasta obra e história de vida de intelectual engajado. Em junho, foi homenageado pela União Brasileira de Escritores. No dia 4, a homenagem é na Usp. Da Alemanha, onde vive, ele concedeu esta entrevista. Continue lendo

Da hipocrisia ao cinismo e a crise de longo prazo, por Aldo Fornazieri

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Aldo Fornazieri*

Se ainda existia algum pedaço de pano velho, um trapo andrajoso qualquer, que conseguisse esconder o rosto hipócrita de algum líder oposicionista que se mobiliza em prol do impeachment, este foi posto ao chão pela lista da Odebrecht, divulgada na semana passada. Continue lendo

Curso Nacional

Julho 2009

É preciso partir de um ponto preciso para enfocar o tema proposto da política atualizada de quadros.

Qual é o ponto? Isso será já a metade do caminho a percorrer no debate, para dar consistência ao tema.

O ponto é que o PCdoB amadureceu uma visão estratégica para sua luta pelo socialismo. Jamais essa estratégia esteve tão bem configurada, realisticamente. Isso traz, inevitavelmente, a exigência de renovar a política de quadros, sob pena de a prática consuetudinária tornar-se disfuncional ao projeto político.

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