O Bruxo e a República: 178 anos do nascimento de Machado de Assis (por Elder Vieira dos Santos)

Múmia fosse, Machado de Assis estaria hoje a arrastar mais de um século de bandagens pelos corredores da Academia Brasileira de Letras, ou a empoar de cinzas os cômodos de seu sobrado no Cosme Velho. Como seu corpo mestiço está disperso em átomos sob uma campa do cemitério carioca de São João Batista, memoramos hoje o natalício do gênio – o maior da prosa de ficção em Língua Portuguesa; perpétuo paradigma da literatura brasileira e de além-mar.

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Uma nova Canudos (por Henrique Matthiesen)

Os prisioneiros de Canudos – foto de Flávio de Barros – 1897

Retirado do portal Jornalistas Livres

O Brasil profundo, muitas vezes desconhecido da enculturação e do projeto elitista da escolarização alienante e desonesta, nos priva do conhecimento crítico e nos mantém numa situação de assimilação da ordem imposta.

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