Saída para crise está na conscientização e mobilização política do povo, afirma Sorrentino

O governo Temer acabou e a saída para a crise está na forte conscientização e mobilização política do povo. A afirmativa é de Walter Sorrentino, que lançou ontem em Natal o livro “Anos que vivemos em perigo – A Crise Brasileira”, na estreia do Projeto “Diálogos”. Uma realização do ADURN-Sindicato e da Cooperativa Cultural da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

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Som pantaneiro se faz com madeira e arte nas curvas da viola de cocho (por Liana John)

Retirado do portal Conexão Planeta

Cinco cordas, cintura fina, quadris largos, caixa fechada e braço curto: assim é a viola de cocho, instrumento musical do Pantanal Matogrossense, com o qual se bota o povo para dançar ao som do cururu e do siriri. De origem portuguesa, mas abrasileirada nas madeiras, nas cordas e na afinação (difícil), a viola de cocho foi registrada no livro dos saberes do patrimônio imaterial brasileiro em dezembro de 2004.

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Gramsci e a Revolução Russa (por Alvaro Bianchi e Daniela Mussi)

Retirado do Blog da Boitempo

O que pensava o jovem Antonio Gramsci sobre a Revolução Russa?

Oitenta anos atrás, em 27 de abril de 1937, Antonio Gramsci morreu depois de passar sua última década numa prisão fascista. Reconhecido postumamente por seu trabalho teórico em seus cadernos do cárcere, as contribuições políticas de Gramsci começaram durante a Guerra Mundial, quando ele era um jovem estudante de linguística na Universidade de Turim. Mas mesmo naquela época, seus artigos na imprensa socialista desafiavam não apenas a guerra, mas a cultura italiana liberal, nacionalista e católica.

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Dória e o dia do Gari: uma reflexão (por Luiz Henrique Dias)

Retirado do portal SP6 News

No dia 16 de maio comemoramos o dia do gari e da gari. 

 Mais do que o simbolismo da data, neste ano, temos um bom exemplo para ilustrar a importância desses homens e mulheres que dedicam sua rotina laboral a auxiliar na limpeza, conservação e qualidade ambiental das cidades. São pessoas, em sua maioria, de baixa escolaridade, que executam um trabalho braçal sob chuva ou sol, expostas às intempéries e aos perigos da cidade – vale lembrar dos inúmeros garis mortos atropelamentos – e convivem com baixos salários e longos deslocamentos entre suas casas e os locais de trabalho. 

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Pernambucanas ilustres XVIII – Bárbara de Alencar (por José Domingos Brito)

Bárbara Pereira de Alencar nasceu em Exu, em 11/02/1760. Bem antes de ser avó do romancista José de Alencar, foi uma destacada ativista que participou da Revolução Pernambucana de 1817 e da Confederação do Equador, em 1824. Três de seus cinco filhos – José Martiniano de Pereira Alencar, Carlos de Alencar e Tristão Gonçalves – também foram revolucionários (o primeiro era padre, político e jornalista, foi o pai do romancista José de Alencar). Ainda adolescente, mudou-se para a vila do Crato, onde se estabeleceu e tornou-se matriarca de uma família que se notabilizou no Ceará, numa época onde a mulher se restringia a criar filhos e o patriarcado se impunha de modo rigoroso. Casou, aos 22 anos, com o comerciante português José Gonçalves dos Santos. Ela própria fez o pedido de casamento.

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