100 anos da Revolução de Outubro: A arte russa

Neste ano celebramos 100 anos do ato inaugural do século XX: A Revolução Russa de Outubro (novembro) de 1917. Em virtude disso, um conjunto de comemorações, homenagens e debates ocorrerão ao longo do ano. Aqui no Blog Projetos para o Brasil discutiremos e repercutiremos opiniões, estudos, características desse processo, bem como seu legado para a luta dos povos de todo o mundo.

Uma dessas grandes contribuições da experiência soviética foi a capacidade de construir uma nova forma de ver o mundo e o ser humano. Isso refletiu nas produções teóricas, acadêmicas, políticas e artísticas estimuladas na união de repúblicas socialistas. Nessa ocasião destaco o papel do cinema e das artes para a polarização frente à estética capitalista.

Diante disso, reproduziremos alguns materiais divulgados pela camarada e amiga, Mazé Leite. No seu blog Mazé (http://artemazeh.blogspot.com.br/) realiza um especial acerca da arte soviética. Inúmeras obras ilustrarão um conjunto de publicações neste blog ao longo do ano.

Abaixo segue a primeira publicação do blog Arte & Ofício que compartilhamos:

Continue lendo

Como as Missões Jesuíticas colaboram para entender fenômeno magnético em ação no século 17

19599495

Estudo da USP mostra que material das ruínas dos Sete Povos permite medir intensidade do campo magnético na América do Sul naquele período. Veja quatro implicações para a ciência deste achado

Por: Itamar Melo

Durante um passeio pela região das Missões, Igor Pacca, professor emérito da Universidade de São Paulo (USP) e pioneiro dos estudos sobre geomagnetismo no Brasil, teve um estalo: as ruínas dos Sete Povos poderiam servir como uma espécie de portal para o passado da Terra. O resultado é um estudo recém-publicado por três geofísicos da USP, segundo o qual um importante fenômeno magnético já estava em ação na América do Sul no século 17, 200 anos antes do que se imaginava. Continue lendo

Lágrimas do Rio Doce: maior tragédia ambiental brasileira ganha exposição na Itália. Por Suzana Camargo

Untitled-2

“Lágrimas do Rio Doce”. Este é o nome da exposição que está sendo realizada na cidade de Modica, na Itália. O fotógrafo de natureza Leonardo Merçon percorreu dez cidades de Minas Gerais e Espírito Santo, banhadas pelo Rio Doce. Durante três semanas, ele e a equipe do Instituto Últimos Refúgios registraram imagens daquele que foi o maior desastre ambiental do Brasil nos últimos anos: o rompimento da barragem da mineradora Samarco, que despejou resíduos minerais tóxicos sobre a bacia do rio, na região de Mariana, no ano passado.

Continue lendo