Governo Doria: ataque aos serviços públicos e às políticas sociais, ameaça ao futuro de São Paulo

Transcorridos pouco mais de 100 dias de governo Dória, este carimba sua marca na administração do município. Com altos investimentos em marketing busca identificar Dória como “trabalhador”, “não político” ou como prefeito dinâmico, por um lado. E, com uma pauta reacionária reprime professores e estudantes, militantes dos movimentos sociais que lutam para não ver sobre seus ombros recair a atual crise econômica.

Tendo como objetivo analisar esse começo de governo tucano na capital paulista o PCdoB promoveu, no último sábado, o seminário, “São Paulo: O desmonte anunciado.” O evento ocorreu no Sindicato dos Engenheiros e contou com a participação da militância do partido, dirigentes. Da mesma maneira, participaram da atividade amigos e especialistas nos debates acerca da cidade e da gestão pública. A primeira mesa de debates, “Ataques ao serviços públicos e retrocessos democráticos”, contou com a participação de Júlia Roland, médica e ex-Diretora de Gestão Participativa do Ministério da Saúde; Valéria Leão, Educadora da rede municipal de ensino e Maria do Rosário, ex-Secretária de Cultura de São Paulo. Já a segunda mesa, contou com a participação do vereador do PT, Antônio Donato; do professor Aldo Fornazieri e da ex-Vice-prefeita e Secretária de Educação da capital, Nádia Campeão.

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A origem e o significado do 1º de Maio

Por Altamiro Borges
Fonte: Blog do Miro

Se acreditais que enforcando-nos podeis conter o movimento operário, esse movimento constante em que se agitam milhões de homens que vivem na miséria, os escravos do salário; se esperais salvar-vos e acreditais que o conseguireis, enforcai-nos! Então vos encontrarei sobre um vulcão, e daqui e de lá, e de baixo e ao lado, de todas as partes surgirá a revolução. É um fogo subterrâneo que mina tudo”. Augusto Spies, 31 anos, diretor do jornal Diário dos Trabalhadores.

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Geopolítica atual lembra véspera da Primeira Guerra Mundial, diz filósofo (por Fernando Eichenberg)

Ilustração de Deco Farkas 

Um dos filósofos mais importantes da atualidade compara a geopolítica contemporânea à situação da véspera da Primeira Guerra Mundial, explica por que discursos autoritários e nacionalistas se beneficiam das crises da democracia, analisa as semelhanças entre direita e esquerda e fala sobre sua hipótese comunista.

Leia a notícia na íntegra no site da Folha.

Jô Moraes: Não há atalhos fora da Constituição!

Foto/Reprodução

A deputada federal Jô Moraes (PCdoB/MG) destacou, nesta quinta-feira (20), o comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, por suas afirmações durante solenidade do Dia de Exército, quando o militar alertou para a “aguda crise moral, expressa em incontáveis escândalos de corrupção que nos compromete o futuro”. Para ele,  “este momento tão grave não pode servir a disputas paralisantes” e que “não há atalhos fora da Constituição”.

Segundo Jô Moraes, o general Villas Bôas “assume claramente o compromisso de que a Constituição que aí está e que instituiu o Estado Democrático de Direito, alicerçado em uma legislação que assegura direitos e parcerias entre os três Poderes, é fundamental, tem de ser mantida”.

Fonte: Jô Moraes

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O Brasil de costas para sua indústria (por Germano Rigotto)

Fonte: Jornal GGN

 Germano Rigotto*

 A indústria sempre teve um papel decisivo nos ciclos econômicos mundiais, seja nos movimentos de crescimento ou de recessão. Esse dado é perceptível na história de países de todas as dimensões e continentes. Quando o vetor de uma nação é de decréscimo, normalmente sua indústria tem sérios problemas. O inverso também é verdadeiro. Quando o país está bem, o setor secundário está puxando a frente.

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