Previdência: Excluir para crescer ou crescer com inclusão? (por Bráulio Santiago Cerqueira)

A lógica do raciocínio da reforma proposta pelo governo remete à ‘teoria do bolo’ encampada pelo regime militar nos anos 1970, segundo a qual primeiro é preciso crescer para depois distribuir; na versão atual, primeiro exclui-se, depois vem o crescimento

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Reforma trabalhista: o desejo do capital em destruir a Justiça do Trabalho (por Valdete Souto Severo)

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil

Com ampla cobertura da mídia que representa o grande capital, a manifestação do ex-ministro Mailson da Nobrega ganhou o destaque que as tantas manifestações públicas de repúdio às “reformas” trabalhista e previdenciária não têm. Ele afirmou em seu blog da Veja que a “reforma” acabará com os “resquícios do Estado corporativista de Getúlio”, embora admita, no mesmo texto, que a unicidade sindical (talvez um dos últimos resquícios de algo que deveria mesmo ser repensado) se mantém.

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‘Programa econômico de verdade está fora de questão com esse governo ou eleição indireta’ (por Eduardo Maretti)

Para professora de Economia da USP, Laura Carvalho, sem reforma tributária, corte de desonerações, melhora da situação fiscal e das condições políticas, não há como fazer um programa de investimento em infraestrutura

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As lógicas ilógicas da terceirização (por Lucas Ribeiro Prado)

Ao longo dos anos, o ordenamento jurídico vem sendo sistematicamente flexibilizado pela jurisprudência em prol de interesses econômicos, invertendo-se a lógica do direito trabalhista que deve sempre ser ampliado. Mas, afinal, porque tanta confusão e polêmica em torno do tema da terceirização?

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Perito da ONU alerta: Redução de direitos trabalhistas aumenta a desigualdade e não melhora a economia nem o emprego (por Juan Pablo Bohoslavsky)

Retirado do portal Viomundo

O ajuste trabalhista não funciona. Um grande número de países embarcou, nos últimos anos, em reformas de políticas e normas trabalhistas no sentido da austeridade com o objetivo de superar contextos econômicos recessivos ou prevenir crises financeiras.

Diante das reformas laborais em vigor e tomado por base a discussão no Brasil, gostaria de contribuir para o debate com algumas ideias que apresentei, em março deste ano, no relatório anual do Conselho de Direitos Humanos da ONU.

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