Eleições França: direita polariza com folga; esquerda acumula sob novo pólo (por Walter Sorrentino)

Uma nova paisagem política – nem tão surpreendente – emerge das eleições presidenciais francesas. A extrema direita, a direita e a centro direita social liberal perfazem praticamente 60% dos votos.

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Maduro: Preparar o povo para uma vitória total, pacífica e democrática

Retirado do portal AVN

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, fez nesta quarta-feira (19) um chamamento ao povo venezuelano a que se prepare para uma vitória total, pacífica e democrática sobre o golpismo promovido pela direita apoiada por forças estrangeiras.

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Centenário da Revolução Russa – O círculo de artistas de Mamontov, os precursores (por Mazé Leite)

Retirado do portal Arte&Ofício

Retrato de Savva Mamontov, pintura a óleo de Ilya Repin

Savva Ivanovich Mamontov, nascido em 1841, foi um industrial russo, o magnata das estradas de ferro que se tornou famoso também por ter sido um grande patrocinador da arte russa do seu período. Tendo estudado em universidades de São Petersburgo e Moscou, também era cantor, escultor, diretor e autor de peças de teatro.

Camilla Gray, autora do livro “O experimento em arte russa” afirma que o nascimento do movimento moderno da arte naquele país pode ser localizado no grupo de artistas que se reuniam em torno deste industrial de grande visão. Na sua casa em Abramtsevo, próximo a Moscou, Mamontov atraía “as personalidades mais progressistas de sua época”: pintores, compositores, cantores, arquitetos, historiadores de arte, arqueólogos, escritores e atores. Entre eles estavam Konstantin Korovin, Rafael Levitsky, Ilya Repin, Vasily Polenov, Valentin Serov. Mamontov também chegou a patrocinar compositores russo como Pyotr Tchaikovsky, Nikolai Rimsky-Korsakov, Alexander Borodin e Modest Musorgsky.

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João Quartim de Moraes: Os inimigos do povo sírio

Retirado do Portal Vermelho

A Otan mentiu sobre a Iugoslávia, sobre o Iraque, sobre o Afeganistão, sobre a Líbia. É preciso oligofrênica credulidade (ou cinismo bem remunerado) para achar que está dizendo a verdade sobre a Síria, na qual o chefe supremo do banditismo imperial estadunidense despejou na noite de 6 de abril uma chuva de 58 mísseis. Obama era mais discreto e insidioso: drones, clones, pilones. O sucessor, com seu vulgar exibicionismo, logo apelou para o alarido letal do bombardeio.

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