Conheça o maior sol artificial do mundo localizado na Alemanha (por Any Karolyne Galdino)

Retirado do portal Clube de Engenharia de Brasília

No Centro Aeroespacial Alemão (DLR) ‘s Institute for Solar Research, alguns cientistas alemães acederam um sistema chamado Synlight, que eles descrevem como a maior sol artificial no planeta.

Continue lendo

É preciso frieza para entender e estar no jogo – Parte II (por Ricardo Cappelli)

Por que o jornalista Lauro Jardim teve o “privilégio” de dar “o furo do século”? Por que a Globo resolveu exigir a saída de Temer e colocar a família de Aécio no presídio no JN? Teria a família Marinho dado uma súbita guinada à esquerda? Seria Lauro Jardim o mais competente jornalista de todo hemisfério sul? Por que Meireles anunciou ontem ao mercado que, seja qual for o presidente, ele e sua equipe permanecerão? Quem lhe deu esta segurança? Por que foram feitas sonoras com alguns Ministros do STF defendendo a manutenção das atuais regras constitucionais (indiretas)?

Continue lendo

É preciso frieza para entender e estar no jogo – Parte I (por Ricardo Cappelli)

FOTO: DIDA SAMPAIO / ESTADÃO

Parte I

A recusa de Temer à renúncia foi de certa forma positiva. É preciso frieza e equilíbrio para ler o jogo em curso.

O movimento de ontem foi claro. O mercado pressionou fortemente por uma saída rápida. Apostou tudo nas reformas. O impacto das revelações e a reversão das expectativas foi fulminante. A Bolsa despencou. As empresas brasileiras perderam nada menos que 225 bilhões de reais. Suas ações despencaram. Um desastre.

Continue lendo

O poder está nas ruas. E a legitimidade também: Diretas, já! (por Saul Leblon)

Reordenar a sociedade a partir de agora é uma tarefa que só a rua poderá exercer integralmente, devolvendo-lhe a prerrogativa das urnas

O Brasil adormeceu nesta quarta-feira, 17 de maio de 2017, sem saber as respostas para muitas das perguntas essenciais cobradas pelo passo seguinte de sua história.

Continue lendo

Gramsci e a Revolução Russa (por Alvaro Bianchi e Daniela Mussi)

Retirado do Blog da Boitempo

O que pensava o jovem Antonio Gramsci sobre a Revolução Russa?

Oitenta anos atrás, em 27 de abril de 1937, Antonio Gramsci morreu depois de passar sua última década numa prisão fascista. Reconhecido postumamente por seu trabalho teórico em seus cadernos do cárcere, as contribuições políticas de Gramsci começaram durante a Guerra Mundial, quando ele era um jovem estudante de linguística na Universidade de Turim. Mas mesmo naquela época, seus artigos na imprensa socialista desafiavam não apenas a guerra, mas a cultura italiana liberal, nacionalista e católica.

Continue lendo