Ecuador: el pueblo dijo ni un paso atrás (por Atilio Borón)

La victoria obtenida por Alianza País en el balotaje del 2 de Abril confirma que el pueblo ecuatoriano supo discernir lo que estaba en juego: la continuidad de un gobierno que marcó un antes y un después en la historia contemporánea del Ecuador o el suicida salto al vacío, emulando la tragedia argentina.

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Caminho Uruguaio ao Socialismo: O pensamento de Rodney Arismendi e a unidade da esquerda (1955 – 1971) (por Mateus Fiorentini)

A Frente Ampla, como expressão da unidade da esquerda uruguaia, tem sido uma importante referência para inúmeros processos que buscam uma construção unitária deste campo político na América Latina.

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Relações exteriores mostram instabilidade das políticas de Temer (por Marcio Pochmann)

Governo procurou alinhar-se passiva e subordinadamente às velhas forças externas da onda de globalização dos anos 1990, mas o redemoinho antiglobalizante coloca a estratégia em xeque Continue lendo

Temer é reprovado por 59% dos formadores de opinião (por Itamar Garcez)

O presidente Michel Temer é reprovado por 59% dos formadores de opinião no Brasil. Entre 14 países da América Latina (AL), este índice é de 64%. Sua aprovação é de 41% (Brasil) e 30% (AL).

Os dados são do Ipsos, terceiro maior instituto de pesquisa do mundo com sede na França. Entre os 11 chefes de estado avaliados em toda a AL, Temer é o nono colocado, com 30% – à frente de Peña Nieto, do México (25%), e Nicolás Maduro, da Venezuela (6%).

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Risco Trump e a necessária integração latino-americana – Entrevista Celso Amorim (por Tatiana Carlotti)

Celso Amorim analisa conjuntura internacional e alerta: sem lideranças latino-americanas, a integração ‘não cairá do céu’.

Um dos principais responsáveis pela política externa “altiva e ativa” do Brasil durante a Era Lula, o diplomata Celso Amorim participou na última quarta-feira (01.02.2016) de um bate-papo sobre o mal-estar da globalização, organizado pela Fundação Rosa Luxemburgo, na capital paulista.

Entre os sintomas desse mal-estar, além da saída do Reino Unido da União Europeia, o chamado Brexit, o diplomata analisou a conjuntura internacional após a vitória de Donald Trump nos Estados Unidos, alertando sobre a necessidade de um estudo sobre o “trumpismo”, para além do indivíduo Donald Trump.

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