Os direitos dos trabalhadores é que salvarão o Brasil (por Walter Sorrentino)

No 1º de Maio de 1943, há 73, nós trabalhadores obtivemos a Consolidação das Leis do Trabalho, a familiar CLT, que na época se podia comparar ao fim do tráfico negreiro de escravos. Com essa conquista, fortalecemos ainda mais o sindicalismo como instrumento de luta.

Hoje, um governo usurpador, sem a legitimidade dos nossos votos, quer aprovar o Projeto de Lei 6787, de 2016, do Poder Executivo, que “altera do decreto-lei 5452 de 5 de maio de 1943, e a lei 6019 de 3 de janeiro de 1974, sobre eleições de representantes em locais de trabalho, sobre o trabalho temporário e outras providências.

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Desvendando as mentiras da Reforma da Previdência para impedi-la (por Roberto Requião)

Depois de ler e reler as propostas de reforma da Previdência do Governo, depois de ouvir desde os meus conterrâneos lá nos fundões do Paraná até qualificados especialistas no assunto, concluo: estamos diante de um dos maiores embustes da história brasileira. Mais que isso, estamos diante de uma das maiores crueldades que se ousou perpetrar contra o nosso povo.

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Gabriela e a reforma da previdência (por Carina Vitral)

Gabriela tem 16 anos. É uma entre tantas estudantes brasileiras, negra, moradora da periferia, aluna do ensino médio em uma escola da rede pública em alguma cidade do país. Com Gabriela, o estado brasileiro já está falhando desde o começo da sua vida. O bairro onde nasceu é afastado sem condições básicas de moradia, infraestrutura, saneamento, iluminação. O posto de saúde que atende à sua comunidade nunca teve médicos nem remédios suficientes. O transporte público até a sua casa é caro e de péssima qualidade. A segurança pública por lá não existe. Policiamento só de vez em quando e, por via de regra, para intimidar causar mais medo que segurança.

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A “reforma” da Previdência e o aprofundamento das desigualdades de gênero (por Fernanda Ely Borba)

Mudanças desencadeadas pela PEC 287 muito possivelmente contribuirão para acentuar mais ainda as desigualdades em nosso país, sobretudo em razão da preponderância dos papeis tradicionais de gênero e da rígida divisão sexual do trabalho


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