Reforma trabalhista: o contexto da entrega (do IHU)

Retirado do Portal Instituto Humanitas Unisinos

“O projeto deste governo claramente afirma a opção pela competitividade espúria da precarização, da insegurança, da flexibilização, do arrocho, do desmantelamento da construção institucional e regulatória promovida pelos sindicatos e pelo Estado”, escreve Clemente Ganz Lúcio, sociólogo, diretor técnico do DIEESE e membro do CDES – Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social.

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Vicissitudes da indústria nacional em petróleo e gás (por Haroldo Lima)

Retirado do portal Jornal do Brasil

Foi rica em lições a audiência pública realizada pela ANP, em 18 de abril passado, sobre o  pedido da Petrobras de não cumprimento do conteúdo local na Unidade Estacionária de Produção, UEP, de Libra.

Dois pólos se confrontaram.  De um lado, a Petrobras e o Instituto Brasileiro do Petróleo, sustentando o pleito da primeira, de waiver na UEP, ou seja, de autorização  para não cumprir nessa plataforma os índices de conteúdo local; de outro lado, centenas de participantes de Federações de indústrias, de Associações e Sindicatos patronais, de trabalhadores e de técnicos, além de entidades como a de Máquinas e Equipamentos, a Abimaq; a da área Naval, o Sinaval; a de Tubos, a Abitam; a do setor Elétrico e Eletrônico, a Abnee; a dos Consultores de Engenharia, a ABCE; e diversos Estaleiros, todos defendendo um espaço mínimo para a indústria nacional e o respeito ao contrato firmado.

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O Brasil está em um ponto morto da história. E nada se sabe do futuro (por Roberto Amaral)

As forças progressistas estão encurraladas e o golpe de 2016 se esgota em si, incapaz de indicar o caráter do ciclo político que virá

A História tem suas ‘eras’ e a política, como a economia, tem seus ciclos, e todo ciclo tem, na sequência de sua construção, seus momentos de apogeu e declínio. Vivemos o “ponto morto” entre um ciclo que se esvai e um ciclo sucessor, ainda sem face.

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