Flavio Dino está literalmente nos braços do povo

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Nas duas últimas jornadas desta linda campanha nas ruas, hoje em São Luis, Flavio Dino está literalmente nos braços do povo.  O que se vê nas ruas se expressa nas pesquisas: as duas últimas apontam algo em torno de 60% ou mais dos votos válidos, o que se equipara aos índices de Dilma no Estado. Por todo lado desponta a campanha de Flávio, com ampla base de sustentação e que a cada dia recebe mais adesões, além daquelas que sustentaram a campanha Flávio-Dilma, predominante no visual da cidade.

 

Acresce a isso a barafunda do adversário. A governadora protagonizou lance estranho para uma autoridade, que foi o de alegar ter gravado uma conversação privada, pelo celular, de seu (ex?)-aliado, o presidente do TCE, Min. Edimar Cutrim. Este, processado pelo teor da gravação para ser demitido do cargo, entrou também com ação contra a arapongagem de que se diz vítima. Apesar de todas as provocações contra a campanha Flávio Dino que marcaram a ampanha, o fato é que a defensiva e dissensão se instalou no campo do seu adversário.

 

A onda vermelha se avolumou em todo o Estado. “O povo cansou”: esse parece ser o espírito da grande maioria quanto ao  estado de coisas imutável na política do Estado. Até o mais simples cidadão decodifica os gestos do grupo dominante como manobras, falta de escrúpulos e desespero.

 

Foi nesse ambiente que cevou a candidatura de Flávio Dino. Unindo amplas forças de sustentação para combater a oligarquia, com clareza para interpretar o sentimento de mudança e uma gama de propostas programáticas sob a bandeira de “Um Maranhão para Todos”.

 

Até domingo à noite não há relaxamento. Votar e estimular o voto dos indecisos, fiscalizar a votação e a apuração, manter a campanha nas ruas e um forte contingente jurídico para desarmar tramoias costumerias da oligarquia, são as questões na boca e sentimento de cada um na campanha.

 

Domingo poderá ser a redenção política deste povo valoroso e valente, que quer estar alinhado com as conquistas alcançadas com os governos Lula e Dilma, anseia pelo progresso, direitos e modernidade. Uma página marcante da história política do Estado está sendo escrita, mas também de todo o Brasil, orgulhando as forças que a capitaneou. Será também um marco luminoso da trajetória desse líder, Flávio Dino, como o primeiro governador eleito pelo mais antigo e permanente partido político deste país.

 

Não há terceira-via

Montes Claros – MG -  Dilma e Lula discursaram para uma multidão que se aglomerou na Praça da Catedral e foram muito aplaudidos quando falaram das experiências em comum durante os quase 12 anos de governo.

Montes Claros – MG – Dilma e Lula discursaram para uma multidão que se aglomerou na Praça da Catedral e foram muito aplaudidos quando falaram das experiências em comum durante os quase 12 anos de governo.

Hoje se divulga nova pesquisa IBOPE e ocorre o primeiro debate televisivo com os presidenciáveis. Marina estará entronizada no segundo posto e se desvelarão os reposicionamentos de campanha de Dilma e Aécio no enfrentamento a ela e entre si. Mas há reposicionamento também de Marina em busca da terceira via, após a morte de Eduardo.

Diante das injunções, Marina quer dar vigor à terceira-via por caminho inusitado: e-e. Quer dizer, com FHC e Lula, parodiando. Força difusa, sem estrutura de apoio social orgânico, tem por cima a receita liberal (forçar o tripé macroeconômico) e a chancela de Neca Setúbal, Eduardo Gianetti e Lara Rezende. Por baixo, um sentimento difuso em grandes centros urbanos, de uma meia geração algo desesperançada, em disputa, não capturados ainda por um debate político de projetos para a sociedade. Marina força o componente de imaginário no debate, em especial sobre a bipolaridade política no país.

Amalgamando isso, o jogo contraditório e de alto risco da mídia, que precisa de Marina para um segundo turno mas que, ao mesmo tempo, tentará descontruí-la para viabilizar o plano A, Aécio Neves. A dupla de candidaturas Aécio e Eduardo dava mais conforto a essa estratégia. Mas, além da morte de Eduardo, cresce a sensação quanto à falta de estofo de Aécio e sua dificuldade de dialogar com a sociedade real, acentuada com a entrada de Marina na parada. Enfim, para as forças antípodas ao atual ciclo do país, a ordem é unida: derrotar Dilma; se não der o plano A, vale o plano B, Marina.

Anteriormente no blog (http://waltersorrentino.com.br/2014/05/15/terceira-via-social-liberal/) comentei o possível “social-liberalismo” como base ideológica para a terceira-vai (considerando que a social-democracia enveredou definidamente pelo liberalismo). Afirmava então: “… seria um social-liberalismo aggiornatto para as condições brasileiras. Mas quem disse que há espaço para social-liberalismo num país que ainda constrói um projeto nacional afirmativo? Pode ser só lantejoula transformista (…). E quem disse que há uma base social definida para o social-liberalismo no Brasil? Entre as forças sociais polares do país, nada assegura isso. Eleitoralmente, o apelo de Marina é anti-político na aparência e difuso – um nome eleitoral entre segmentos médios altos e que explora algum mal-estar na sociedade. Isso não é suficiente, e nem posso imaginar um sistema político de governo com os marineiros possa dar conta dos desafios estratégicos do Brasil”.

Nunca se deve subestimar a capacidade de manipulação dos monopólios midiáticos e dos poderosos das finanças, crueis e sagazes nesse mister, e que vão reforçados com a capacidade mistificante da candidata Marina. Mas isso tem limites expressos na avitaminose de Aécio e nas próprias contradições de estratégia política de Marina, que não reuniu consistência para um projeto de poder, releva intolerâncias e idiossincrasias e desagrega na política (o Estadão, em editorial coerente, já firmou balizas e queimou caravelas: Marina presidente seria o imponderável).

A campanha começou de novo. Só ela poderá demonstrar que não existem mais que dois projetos em disputa, um de continuidade e avanços nos trilhos já firmados pelos governos de Lula e Dilma, outra de negação e retrocesso. Não há lugar para dois candidatos antípodas a Dilma porque não haverá lugar para um terceiro projeto, só mistificações em torno de um mesmo caminho, embora os combates sejam diferenciados para lidar com Aécio e com Marina. A capacidade da campanha Dilma comunicar isso, na TV e nas ruas, decidirá a parada, com a exigência de alcançar também o imaginário das grandes parcelas urbanas.

Nesse sentido, Lula é um símbolo de futuro para o projeto, e propostas renovadas de melhoria de vida nos serviços públicos, nas condições de vida das metrópoles, devem se dirigir às mentes e corações. Mas há um outro fator, cujo diferencial é absoluto em favor de Dilma: a politização da campanha, nas ruas, com a militância e a base social de apoio, muito material. Nem tudo pode ser feito pelos programas de TV.

Reacender esperança no futuro

Dilma em campanha no Paraná

Dilma em campanha no Paraná

A entrevista de Dilma segunda-feira no Jornal Nacional foi uma guerra de trincheiras, com posturas agressivas dos apresentadores e firmeza da Presidenta nas respostas, embora prejudicada pelas interrupções. Dilma saiu no lucro, dadas as condições.

Entre as respostas de Dilma, uma ficou pouco focada, pela pressão dos entrevistadores, exatamente na questão da saúde. Ela propôs um novo pacto federalista capaz de alinhar as responsabilidades da União, Estados e Municípios na efetivação das grandes melhorias em matérias como saúde e segurança pública, entre outras dos serviços públicos, que demandam pesados investimentos e uma institucionalidade apropriada.

Essa é uma resposta necessária ao espírito da maioria do povo, em especial nos grandes centros urbanos, que anseiam mais qualidade de vida em correspondência com o ascenso social formidável que se verificou na última década.

Isso vai reforçado com o reposicionamento geral das campanhas provocado pela morte de Eduardo Campos e a entronização da candidata Marina. A pesquisa realizada já na segunda feira está certamente contaminada pela comoção. Mas indica a tendência de um segmento abstencionista ter encontrado em Marina um vetor. Mas ela tem um nó estratégico em sua campanha: sinalizar capacidade de governabilidade e estimular o desenvolvimento, sem o que não há garantias sociais. Aécio, por sua vez, terá muitas dificuldades em enfrentar o novo quadro, malgrado a habilidade da mídia oposicionista abanar Marina para buscar um segundo turno e, ao mesmo tempo, desconstruí-la, se necessário, para força a presença de Aécio nele. Seu nó estratégico é que não fala às massas populares no social e, junto com Marina, incrivelmente, as respectivas assessorias econômicas apontam para um ajuste fiscal draconiano – “o Estado brasileiro não cabe no PIB”.

Já a presidenta Dilma chegou ao início da TV em vantagem nas pesquisas, além de ter se elevado em 6 pontos em um mês a aprovação dos brasileiros à sua gestão, e ter se observado uma queda de 6 pontos entre os que ainda avaliavam mal o governo. Tem muito o que mostrar, mas precisa alcançar mais fortemente o imaginário popular, com propostas renovadas que reacendam a esperança, o elã de futuro, e capacidade em comunicá-las.

Trata-se de proposições diretas, injeção na veia, para as grandes maiorias sociais perceberem que o que se semeou nestes anos permite e exige um salto, um novo ciclo de desenvolvimento e progresso, num grande programa de transformações econômicas e sociais. Para isso, será necessário organizar a disputa política em torno de um projeto de nação e a capacidade de governabilidade junto com um pacto que organize a disputa política do orçamento finito em torno das exigências de universalidade, capaz de promover a melhoria dos serviços públicos e a vida nos grandes centros urbanos. E, ainda, sinalizar a melhoria da qualidade da representação política no país.

As propostas, convicções e firmeza de Dilma, mais a base de apoio de que dispõe e o papel de Lula, são trunfos poderosos. A TV de que dispõe poderá alinhar o debate político no país e projetar uma nova vitória popular em outubro. Não, entretanto, sem o papel das forças sociais fundamentais em ação de campanha, diuturnamente.

Amplo apoio a Flávio Dino no Maranhão!

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Todos sabemos da excepcional batalha de caráter nacional travada hoje no Maranhão. A luta por alinhar o Estado aos fluxos de desenvolvimento nacional, progresso e qualidade de vida para esse valente povo encontra, em Flávio Dino, o canal de expressão capaz de realizar a façanha de derrotar a última oligarquia política estadual remanescente.

 

A dura campanha vem sendo enfrentada pelos nossos bravos companheiros e muitos aliados. Dois fatos grotescos demonstram a insanidade da oligarquia. No dia dos pais, fakes foram lançados nas redes sociais, explorando a morte de Marcelo, filho de Flávio Dino. Visavam a tentar desestabilizá-lo emocionalmente. O outro foi amplamente repercutido pelo Jornal Nacional: um escândalo – mais um – com dinheiro público, envolvendo diversos agentes do atual governo, atuando sobre os precatórios.

 

A campanha no Maranhão assume uma dimensão mais ampla que as fronteiras daquele valoroso estado e seu povo. Ela precisa da força de todos nós. Para o PCdoB é uma campanha de caráter nacional eleger Flávio Dino, numa ampla união de forças anti-oligárquicas.

 

Por essa razão, insistimos para que, em todo o país, devamos compartir esse desafio. O movimento destinado a arrecadar recursos de pessoas físicas, mediante acesso simples, rápido e seguro ao sítio http://www.flaviodino65.com.br é uma forma muito efetiva para essa ajuda.

 

Faz-se possível um movimento amplo e permanente destinado a divulgar esse caminho, pelas redes sociais, em eventos de campanha junto a segmentos médios e empresariais, junto à própria militância progressista e democrática, para que isso assuma um caráter massivo em todo o país.

 

Hoje a vitória de Flávio Dino e Dilma Rousseff no Maranhão é uma vitória para todas as forças progressistas e democráticas do país.