Por que a Lava Jato não avança nos bancos? (por Gustavo Freire Barbosa)

O que é um assalto a um banco comparado à fundação de um banco?

Questionou Bertold Brecht em “A Ópera de Três Vintens”. A lição que Brecht procura passar é óbvia: a institucionalidade e os parâmetros impostos pela noção prevalecente de ordem e legalidade podem ser – e no modo de produção capitalista frequentemente são –  mais danosos que a própria transgressão à mesma ordem que se prestam a manter.

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A economia brasileira estrangulada (por Fernando Horta)

Não existe meio espontâneo de redistribuição de renda no capitalismo.

Anote esta frase aí, ela é oriunda das teorias críticas do século XIX e foi retomada no final do século XX e XXI com a falência das teorias neoliberais. Mas guarde ela aí que nós vamos chegar a ela mais tarde.

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Reforma trabalhista: o desejo do capital em destruir a Justiça do Trabalho (por Valdete Souto Severo)

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil

Com ampla cobertura da mídia que representa o grande capital, a manifestação do ex-ministro Mailson da Nobrega ganhou o destaque que as tantas manifestações públicas de repúdio às “reformas” trabalhista e previdenciária não têm. Ele afirmou em seu blog da Veja que a “reforma” acabará com os “resquícios do Estado corporativista de Getúlio”, embora admita, no mesmo texto, que a unicidade sindical (talvez um dos últimos resquícios de algo que deveria mesmo ser repensado) se mantém.

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O Brasil é um país que se precipita na decadência sem experimentar a civilização (por Luiz Gonzaga Belluzzo)

FOTO LUIS MACEDO/CÂMARA DOS DEPUTADOS

Retirado do Portal Rogério Cerqueira Leite 

Relembrar e reescrever velhos temas é obrigatório no Brasil, país que se precipita na decadência sem experimentar a civilização. O tema é velho, mas não tão velho quanto as traquitanas que os atuais donos do poder pretendem nos impingir.

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