Reformas, desigualdades e estratégias de crescimento econômico (por Tiago Oliveira e Clóvis Scherer)

As reformas encaminhadas desde o ano passado têm como fio condutor a redução do tamanho do Estado, viabilizando a promoção de uma estratégia de crescimento econômico excludente, orientada pelo mercado e mais integrada à globalização capitalista

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‘Não há nada mais desmobilizador hoje do que 2018. Entre nós e 2018 há um abismo’ (por Marco Weissheimer)

“O golpe em curso no Brasil se insere no processo internacional da contrarrevolução neoliberal que está construindo estados constitucionais não democráticos pelo mundo inteiro. Os golpistas estão divididos e enfrentam dificuldades para lidar com a crise de legitimidade decorrente do golpe, mas estão unificados programaticamente. E esse programa põe em questão princípios fundamentais do pensamento democrático do pós-guerra, gerando um cenário de instabilidade , ódio e intolerância”. A avaliação é do cientista político Juarez Guimarães, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que aponta graves conseqüências desse quadro nos planos nacional e internacional. “Os valores fundamentais da paz, da liberdade, dos direitos humanos, do pluralismo e da tolerância estão em questão e é por isso que falo que estamos vivendo uma crise civilizacional”, diz o cientista político em entrevista ao Sul21.

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A soberania econômica e o desmonte do Estado no Brasil (por Gilberto Bercovici)

Mais uma leitura recomendada, da série estado de exceção.

A recente crise internacional, vem demonstrando que a crise econômica é sentida nacionalmente, portanto, as soluções buscadas são também soluções nacionais

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