Empresários do país não conseguem enxergar sua própria bancarrota, diz Tereza Campello (por Eduardo Maretti)

Ex-ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome de Dilma Rousseff denuncia que governo Temer cortou 1,2 milhão de famílias do Bolsa Família. “A pobreza hoje está de novo nas ruas do país”, diz

Continue lendo

As consequências drásticas de um ajuste fiscal estúpido (do Justificando)

Retirado do Portal Justificando

A objetividade é muito importante ao investigar algo, o que vale também para a atual crise brasileira se desejamos uma maior clareza sobre suas causas e consequências, distanciando-nos de dicotomias que podem obscurecer a razão. Quanto ao crescimento econômico, o Brasil vem apresentando há quase quarenta anos taxas baixas, as quais passam de uma média de 6,5% ao ano, entre 1930 e 1980 – a segunda maior do mundo no período, só perdendo para a japonesa – para menos de 2,2% ao ano, de 1980 a 2016, com a economia nacional tendo encolhido 7,2% só nos últimos dois anos! Por que isso ocorreu e por que um país resolve voluntariamente encolher, o que acontece há mais de dois anos, sem perspectivas para o fim desta crise?

Continue lendo

Dilma Rousseff fala de Brasil, do mundo, e das chances da retomada (da Página 13)

Esta importante entrevista com a presidenta Dilma Rousseff foi publicada em Esquerda Petista nº 7.

É uma entrevista extensa, concedida a Marcos Piccin e Valter Pomar, de EP. Mas sua leitura é extremamente esclarecedora a respeito da luta política, no Brasil e no mundo, em nosso tempo.

Por isso, o blog Projetos para o Brasil reproduz uma parte dela, e indica sua leitura na íntegra aqui.

Continue lendo

Reforma Política: necessária para que o país volte a encontrar ressonância na sociedade (por Vitor Marques e Bruno César de Caires)

Para o jurista alemão Carl Schimitt, o verdadeiro dono do poder numa sociedade seria aquele que decide no Estado de Exceção. Contemporaneamente, com a ideia de ruptura institucional encontrando resistência frente à falsa harmonia de um mundo globalizado, o Soberano, não mais, institui um autêntico Estado de Exceção, mas sim, edita medidas pontuais e suficientes para intervir na ordem posta. No Brasil, quem vem decidindo, nesse momento da história, sem um controle capaz de barrar medidas autoritárias é o Poder Judiciário.

Continue lendo