“Um ano de retrocessos e perda de prestígio do Brasil no mundo”: especialistas estrangeiros analisam o 1º aniversário do golpe (por Diario do Centro do Mundo)

Publicado na DW.

Há um ano, o presidente Michel Temer assumiu o cargo interinamente após o Senado ratificar o afastamento temporário de Dilma Rousseff. Na cerimônia de posse, Temer falou em “pacificar a nação” e “unificar o Brasil” e enfatizou que era urgente formar um governo de “salvação nacional”. Na ocasião, também aproveitou para anunciar os nomes de seus novos ministros. Ele também citou uma frase que viu em um outdoor: “Não fale em crise, trabalhe.”

Continue lendo

“Os norte-americanos se indignariam se o seu presidente fosse destituído pelo Congresso como eu fui”, diz Dilma

Convidada pelas Universidades de Harvard e MIT – Instituto de Tecnologia de Massachusetts, em Cambridge, para participar da Brazil Conference 2017, a presidenta eleita do Brasil, Dilma Rousseff, respondeu ao principal questionamento da cientista política Frances Hagopian e do público, estudantes e pesquisadores: por que, na sua compreensão, sofreu o processo de impeachment e quais os desdobramentos desse fato na vida do povo brasileiro?

Continue lendo

“Brasil está sem rumo. Presença da indústria no PIB regrediu ao estágio de 1910” (por Marco Weissheimer)

Marcio Pochmann: “Essa é a recessão mais grave do ponto de vista da desorganização do sistema de investimentos do país”.

Continue lendo

A política de Defesa e o governo Temer (por Ronaldo Carmona)

O jornal Folha de São Paulo estampou como manchete principal no dia de ontem (13/01) e escreveu editorial no dia de hoje (14/01) sobre assunto pouco frequente em suas páginas: a Defesa Nacional (*).

A reportagem sugere um grande aumento dos gastos em Defesa em 2016, num notável exagero, como veremos. O que observamos ano passado, na verdade, pode ser melhor descrito como um recuperação parcial em relação a média dos gastos nos últimos anos em Defesa Nacional.

É um equívoco fazer a comparação tendo por base 2015, um ano absolutamente atípico, anômalo, em função de fatores maiores como a campanha para derrubar Dilma, as pauta-bombas de Cunha e a “mão de tesoura” de Joaquim Levy, que em seu conjunto comprimiram fortemente investimentos do governo federal.

Continue lendo