Narrativa de “Curituba” tem participação da esquerda (por Ricardo Cappelli)

A burocracia estatal tem papel fundamental. Confere capacidade técnica, memória e estabilidade. Concursos, imprescindíveis, carregam os limites de uma “meritocracia desigual socialmente”. Reproduzem valores das classes sociais que conseguem acessá-los. Numa Democracia, a direção do país cabe ao povo, que expressa suas opções através do voto. Vivemos no Brasil hoje uma perigosa “hipertrofia” das corporações que, em alguns casos, parecem querer a “condução do leme”. De onde viria a “legitimidade”?

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O que a Coreia do Sul tem a ensinar ao Brasil sobre diretas já? (por Rodrigo Saccomani, Hugo Albuquerque e Daniel Biral)

Retirado do portal DCM

As últimas semanas no Brasil foram um misto de choque, revolta e transe: não era para menos, na esteira da já histórica revelação dos áudios feitos, no âmbito de uma delação premiada, por um dos donos do conglomerado JBS/Friboi, acabaram por ser expostas para o Brasil as vísceras da República, isto é, as indecorosas conversas que ele tinha com o presidente em exercício Michel Temer (PMDB-SP) e o senador, e segundo candidato mais bem votado à presidência, Aécio Neves (PSDB-MG). O que parecia ser o desfecho da crise que devora o Brasil nos últimos anos, se tornou, contudo, um novo impasse. E o Brasil parece ter viciado em impasses.

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“Um ano de retrocessos e perda de prestígio do Brasil no mundo”: especialistas estrangeiros analisam o 1º aniversário do golpe (por Diario do Centro do Mundo)

Publicado na DW.

Há um ano, o presidente Michel Temer assumiu o cargo interinamente após o Senado ratificar o afastamento temporário de Dilma Rousseff. Na cerimônia de posse, Temer falou em “pacificar a nação” e “unificar o Brasil” e enfatizou que era urgente formar um governo de “salvação nacional”. Na ocasião, também aproveitou para anunciar os nomes de seus novos ministros. Ele também citou uma frase que viu em um outdoor: “Não fale em crise, trabalhe.”

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“Os norte-americanos se indignariam se o seu presidente fosse destituído pelo Congresso como eu fui”, diz Dilma

Convidada pelas Universidades de Harvard e MIT – Instituto de Tecnologia de Massachusetts, em Cambridge, para participar da Brazil Conference 2017, a presidenta eleita do Brasil, Dilma Rousseff, respondeu ao principal questionamento da cientista política Frances Hagopian e do público, estudantes e pesquisadores: por que, na sua compreensão, sofreu o processo de impeachment e quais os desdobramentos desse fato na vida do povo brasileiro?

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