Por que o “novo” envelhece prematuramente. E a hipótese de um Benjamin Button eleitoral

O “novo para 2018” enfrenta, na primavera, um primeiro outono. Seu nome mais vistoso, João Doria, perde substância eleitoral. No front dos políticos, o establishment reagrupa-se contra o protagonismo do Judiciário. E a Lava-Jato segue, só que cada vez mais restrita ao plano operacional: as pessoas continuam sendo presas e processadas, mas o efeito político dilui-se.

Uma explicação é a progressiva mudança na correlação de forças. Quanto mais inimigos você decide ter, mais aumenta a dificuldade de derrotá-los todos de uma vez só. Por exemplo, desde o movimento da PGR contra o atual presidente da República, a “faxina” perdeu o apoio de quem a via apenas como útil instrumento para remover o governo Dilma Rousseff.
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Datafolha confirma que 2018 será negação da política pela direita, por Ricardo Cappelli

O ex-secretário nacional do Ministério do Esporte e atual secretário de Representação Institucional do governo do Maranhão em Brasília, o jornalista Ricardo Cappelli, analisou em seu Facebook os resultados da pesquisa Datafolha; “Lula continua imbatível. É um fenômeno popular imune a qualquer tipo de massacre midiático judicial. Na cabeça do povo é simples, pragmatismo na veia. Não existe político “santo”. Se é assim, melhor ficar com o que fez mais por mim”; “A direita fará de tudo para condenar Lula no TRF4 e tirá-lo do jogo. E vai trabalhar pela construção do candidato da negação do sistema pela direita”, diz o jornalista

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PEC 282/16: simulações do DIAP sobre cláusula de desempenho (do DIAP)

Retirado do Portal DIAP (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar)

Se as novas regras previstas para as eleições de 2018 já estivessem em vigor em 2014, com base na votação obtida, de acordo com cálculos do DIAP, o número de partidos com direito a funcionamento parlamentar cairia de 28 para 18.

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No Congresso, há sinais de resistência ao retrocesso (por Andre Barrocal)

Requião comanda a Frente, a contar com 200 deputados e 18 senadores. Empreitada difícil contra a casa-grande

A um ano de campanha presidencial, a frente da soberania ensaia um projeto nacionalista, embora grandes obstáculos se levantem no empresariado e na área política

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