Datafolha confirma que 2018 será negação da política pela direita, por Ricardo Cappelli

O ex-secretário nacional do Ministério do Esporte e atual secretário de Representação Institucional do governo do Maranhão em Brasília, o jornalista Ricardo Cappelli, analisou em seu Facebook os resultados da pesquisa Datafolha; “Lula continua imbatível. É um fenômeno popular imune a qualquer tipo de massacre midiático judicial. Na cabeça do povo é simples, pragmatismo na veia. Não existe político “santo”. Se é assim, melhor ficar com o que fez mais por mim”; “A direita fará de tudo para condenar Lula no TRF4 e tirá-lo do jogo. E vai trabalhar pela construção do candidato da negação do sistema pela direita”, diz o jornalista

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Não basta ir às ruas (por Luciano Rezende Moreira)

Há um sentimento quase irrefreável que impele amplos setores da esquerda brasileira a exigir a volta do povão às ruas como se ele tivesse de fato saído de casa na última década.

A não ser para ir ao trabalho, o chamado povão, em sua imensa maioria, esteve longe de protagonizar as multitudinárias manifestações que culminaram por derrubar a presidenta Dilma Rousseff.

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Esquerda é que precisa se reinventar e se aproximar da realidade da população (por Dennis de Oliveira)

O jornalista Luiz Carlos Azenha publicou recentemente um comentário intitulado “os movimentos identitários e o dividir para governar”. Por ser um profissional que respeito imensamente e que tem contribuído na luta contra as narrativas hegemônicas da mídia golpista, é que resolvi escrever este artigo contestando suas afirmações.

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Uma nova esquerda? Nova? (por José Carlos Ruy)

Foto/Reprodução: Mídia Ninja

No final de junho um grupo de dirigentes e militantes ligados ao PT, PSOL e movimentos sociais se reuniu em São Paulo para debater os rumos da esquerda. A reunião foi convocada pela Frente Povo Sem Medo e pelo MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), cujo dirigente principal, Guilherme Boulos, chegou a ser saudado como eventual candidato a presidente da República, em 2018. Querem fomentar debates para elaborar um programa para a disputa do ano que vem. Segundo um dos participantes está em discussão um “programa mais à esquerda”, que possa ir “além” dos governos petistas.

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