A origem do terrorismo atual (por Zillah Branco)

As nações europeias que, através da Nato participaram nas agressões promovidas pelos Estados Unidos aos países do Oriente Médio, do Norte da África, passaram a receber os milhões de foragidos tornados emigrantes como recurso à sobrevivência. A questão foi vista como humanitária até que a avalanche de problemas de acolhimento começou a ser entendida como econômica e financeira pelas nações mais ricas – Alemanha, Inglaterra e França.

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Charlottesville e o Problema da Política Identitária de Direita e de Esquerda nos EUA (por Gilad Atzmon)

O Blog considera importante debater sobre a ressurgência de uma estratégia política movimentista, apoiada fortemente nas causas identitárias, de reparação, por direitos difusos em lugar da centralidade do trabalho e em detrimento da esquerda política partidária, dita superada.

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EUA financiaram Lava Jato para fechar as refinarias de petróleo no Brasil (por Miguel do Rosário)

Quero lembrar, mais uma vez, a palestra proferida por Sergio Moro, em agosto de 2015, para um bando de executivos que pagaram R$ 1.800,00 para ouvi-lo falar sobre… refinarias de petróleo.

Ele afirmava que a refinaria Abreu e Lima, assim como outras obras similares, era muito onerosa. Moro conta que os “colaboradores” lhe haviam dito que a informação que corria nos corredores da Petrobrás é que a refinaria “não se pagava”.

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La cara descarnada del imperialismo (por El Popular)

El presidente de EEUU, Donald Trump, dijo este viernes, que no descarta una opción militar contra Venezuela. Es una afirmación gravísima, una amenaza a Venezuela, a un pueblo hermano y a la paz de todo el continente, es una amenaza a todas y todos los latinoamericanos.
Trump hizo esta declaración luego de reunirse con su secretario de Estado, Rex Tillerson; su asesor de seguridad nacional, H.R. McMaster; y su embajadora ante la ONU, Nikki Haley.

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Por que a Lava Jato não avança nos bancos? (por Gustavo Freire Barbosa)

O que é um assalto a um banco comparado à fundação de um banco?

Questionou Bertold Brecht em “A Ópera de Três Vintens”. A lição que Brecht procura passar é óbvia: a institucionalidade e os parâmetros impostos pela noção prevalecente de ordem e legalidade podem ser – e no modo de produção capitalista frequentemente são –  mais danosos que a própria transgressão à mesma ordem que se prestam a manter.

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