Pretérito imperfeito (por Cristiano Capovilla e Fábio Palácio)

Matéria publicada no Portal da Fundação Maurício Grabois 

Leia tréplica ao artigo do ex-presidente José Sarney, que rebate a “ofensa” de passadista explicitando o típico raciocínio elitista (e atrasado) de que modernidade é tecnologia avançada, ainda que para uns poucos. Não confessa, mas deve considerar a presença americana num oásis de alta tecnologia em Alcântara o maior ícone de modernidade que o Maranhão pode alcançar. Contrassensos de uma elite coronelista que recusa a nova mentalidade do governo maranhense. Continue lendo

“A esquerda precisa olhar para a frente”, diz Flávio Dino (por Marcelo de Moraes)

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ENTREVISTA/FLÁVIO DINO, governador do Maranhão

Diante do resultado das eleições municipais, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), admite que a esquerda perdeu no País e precisa encontrar um novo caminho. Defensor da formação de uma frente que alinhe essas forças em 2018, Dino acha que a esquerda “precisa parar de olhar para trás e começar a olhar para a frente”. “Discursos do tipo ‘eu avisei’ não resolvem nada”, diz. Para ele, o grupo necessita criar um programa que responda aos “desafios da Nação” e o candidato “não precisa ser obrigatoriamente Luiz Inácio Lula da Silva”. Continue lendo

Flávio Dino: PEC 241 é um grave erro (Por Lilian Milena do jornal GGN)

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A Proposta de Emenda à Constituição nº 241, também conhecida como PEC da Maldade, que limita o teto de gastos públicos do governo federal para os próximos 20 anos, aprovada em primeiro turno no Plenário da Câmara dos Deputados, é um retrocesso aos direitos sociais estabelecidos na Constituição, é a avaliação do governador do estado do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB).  Continue lendo

Mais Empregos para todos os maranhenses, por Rubens Junior

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Há gestores públicos a defender que nos tempos de crise, o governo tem de poupar o dinheiro, cortando investimentos e, em consequência, direitos. Ora, se economizarmos o dinheiro público em tempos de crise, sofrerão justamente os que mais necessitam desses recursos – e que estão mais vulneráveis às crises. Mas temos sorte de ter no Maranhão um exemplo prático de que há outras formas de combater a crise.

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