Revolução Russa e questão nacional em Mariátegui

Durante a semana da pátria lançamos a palavra de ordem: por uma nova independência. Seguindo o exemplo de Maria Quitéria compreendemos que a história do Brasil esta marcada pelas lutas, suor e sangue de indígenas, negros escravizados, mulheres e operários. Enquanto a historiografia tradicional representa a nossa independência como o ato benevolente do Príncipe português, Dom Pedro I, identificamos que esta não ocorrera sem a participação de brasileiras e brasileiros patriotas e democráticos em grandes jornadas pela libertação nacional.

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Os EUA e a vigilância eletrônica global (por Bruno Lima Rocha)

Edward Snowden, ainda hoje asilado na Rússia governada por Vladimir Putin e demais herdeiros da KGB, é um ex-consultor da National Security Agency (NSA), agência dos EUA especializada em vigilância e guerra eletrônica e responsável pelo monitoramento de dados eletrônicos e comunicação interpessoal. Em declarações públicas, se disse arrependido de seus atos, vindo a desertar. A crise de consciência de Snowden, somado ao esforço de jornalistas capitaneados pelo periódico inglês The Guardian, propiciou ao mundo o conhecimento das capacidades da Superpotência no ato de vigilância global em tempo real de praticamente todas as conexões cibernéticas e linguagens de sinais do planeta.

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Temer repete o beija-mão (por Aldo Arantes)

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Fiori: O lugar da Rússia e da guerra na nova estratégia global dos EUA (por José Luís Fiori)

A polarização da sociedade americana, e a luta fratricida de suas elites, neste início do século XXI devem prosseguir e aumentar sua intensidade nos próximos anos, mas não devem alterar a direção, nem a velocidade do crescimento do poder militar global, dos Estados Unidos. Este tipo de ­­­divisão e luta interna, não é um fenômeno novo ou excepcional – se repetiu em vários momentos do Século XX – toda vez em que foi necessário responder a grandes desafios e tomar decisões cruciais no plano internacional.

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O “novo projeto” proposto pelo PCdoB converge com os “novos caminhos” defendidos por Xi Jinping (por Haroldo Lima)

Ao abrir a Cúpula dos Brics, em 3 de setembro passado, o presidente chinês Xi Jinping disse que a “economia mundial ainda não saiu da fase de crescimento fraco” e que “a resposta para os problemas do atual momento não está em retomar o crescimento a uma grande velocidade, mas em se buscar novos caminhos de desenvolvimento”. (FSP). O líder comunista referia-se aos povos e países do mundo e sua observação sobre “novos caminhos para o desenvolvimento” se ajusta como uma luva para o Brasil. Aqui, sobretudo os comunistas do PC do B têm insistido na necessidade de um “novo projeto nacional de desenvolvimento”.

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