Indicadores da Abimaq mostram país estagnado e futuro incerto, por Eduardo Maretti

De acordo com balanço divulgado pela entidade, a receita líquida interna do setor, de R$ 26,1 bilhões, registra queda de 0,7% na comparação de janeiro a agosto de 2017 com igual período do ano passado

São Paulo – Indicadores conjunturais da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) referentes a agosto mostram que o país não tem investimento capaz de impulsionar a economia e está estagnado. O desempenho do setor de bens de capital é significativo como termômetro econômico, já que mostra a produtividade da indústria como um todo. No entanto, de acordo com o balanço divulgado, a receita líquida interna do setor, de R$ 26,1 bilhões, registra queda de 0,7% na comparação de janeiro a agosto de 2017 com igual período do ano passado. Continue lendo

Manifesto em defesa da Indústria Nacional.

O Brasil vive uma situação crítica, com uma economia enferma e uma avalanche de perdas de direitos. O desemprego atinge níveis assustadores. A indústria definha, emparedada por uma política macroeconômica que só beneficia o mercado financeiro rentista nacional e internacional. Que indústria resistirá num contexto em que o retorno do investimento produtivo é inferior aos rendimentos em títulos da dívida pública?

O processo de desindustrialização, uma realidade enfrentada pelo país há décadas, foi substancialmente agravado após o golpe parlamentar que depôs a presidenta Dilma Rousseff.  A indústria de transformação, que já respondeu por quase 30% do PIB – ao final de gigantesco esforço desenvolvimentista empreendido pelo Brasil no século XX -, cai a menos de um digito do total da riqueza nacional. Continue lendo

Para Belluzzo e Delfim, política de ajuste de Temer é insana e Brasil voltou a ser colônia (por Eduardo Maretti)

Em debate na USP, economistas avaliam conjuntura econômica do país, consideram “péssimas” as perspectivas da indústria nacional e “grave” a falta de políticas de investimento, sem as quais afirmam que o crescimento não voltará

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O futuro da Indústria (por IEDI)

O futuro da indústria foi o tema de um dos debates ocorrido no II Encontro Nacional de Economia Industrial e Inovação, realizada em agosto de 2017.

Sob a coordenação do Presidente do IEDI – Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial, Pedro Wongtschowski e com a participação de Luciano Coutinho da UNICAMP e de Afonso Fleury da USP, o “Futuro da Indústria” foi abortado com profundidade e produzindo boas reflexões sobre os desafios para a superação da crise desses anos recentes, bem como, os caminhos para a promoção do desenvolvimento industrial e da inovação com a incorporação das novas tecnologias, da inteligência artificial, da chamada indústria 4.0.

Pela importância e atualidade do tema, reproduzimos aqui no Blog um sumário desse debate bem como o link para a íntegra do material produzido pelo IEDI.
Boa leitura!

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