Para sobreviver, Temer aposta na ‘retomada’ da economia. Mas… que retomada? (por Tiago Pereira)

Dados comemorados pelo governo e por parte da mídia tradicional são frágeis e apontam para “longo caminho” até superação da crise, dizem economistas. Mercado comemora projeto concentrador e excludente

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Enfraquecimento do BNDES compromete a indústria e a identidade nacionais, diz Lessa (por Rafael Tatemoto)

Ex-presidente do banco de desenvolvimento questiona mudança na taxa de juros promovida pelo governo Temer, e questiona: “o Brasil já está desenvolvido?”

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Para Belluzzo e Delfim, política de ajuste de Temer é insana e Brasil voltou a ser colônia (por Eduardo Maretti)

Em debate na USP, economistas avaliam conjuntura econômica do país, consideram “péssimas” as perspectivas da indústria nacional e “grave” a falta de políticas de investimento, sem as quais afirmam que o crescimento não voltará

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Como desastres naturais afetam mais os pobres do que os ricos (por André Cabette Fábio, ao NexoJornal)

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Segundo Banco Mundial, o cálculo do impacto de catástrofes ocorre em geral sobre o patrimônio. O que resulta no investimento de recursos para proteger quem já os possui Continue lendo

Soberania e investimento

Quando o Brasil vende a base produtiva, infraestrutura ou riqueza natural para empresas estrangeiras, abre mão da soberania de investir e decidir sobre o presente e futuro

Clemente Ganz Lúcio*

soberaniainvestimentoFaz parte da utopia do movimento social e dos trabalhadores, do sonho que querem transformar em realidade, que a economia brasileira seja capaz de produzir bem-estar e qualidade de vida para todos. O desafio é saber produzir os bens e serviços, distribuindo-os com equidade, para atender às necessidades materiais e culturais de todos.

A economia capitalista se estruturou por meio do Estado moderno, de nação soberana que domina um território e faz, nesse espaço físico e político, uma produção econômica, gerando avanços no bem-estar e na qualidade de vida das pessoas.

A riqueza natural do território brasileiro é um ativo essencial. O conhecimento materializado no nível de educação geral da sociedade e na sua capacidade de transformá-lo em tecnologia, produtos e serviços, é a base para o desenvolvimento industrial ou produtivo. A capacidade de alocar parte da renda e riqueza, gerada para o Estado prover serviços públicos e investimentos na infraestrutura, garante a qualidade e quantidade da expansão produtiva e da proteção social.

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