A luta e a arte de mulheres palestinas (por Júlia Dolce e Victor Labaki)

Conheça os projetos culturais e sociais coordenados por palestinas na Cisjordânia ocupada

No Ocidente, o estereótipo de mulheres árabes, principalmente as muçulmanas, quase sempre está atrelado a submissão e passividade. A noção de superioridade das nações ocidentais se fundamenta muitas vezes em uma suposta ideia de que vivemos em uma sociedade mais avançada em relação aos direitos e à igualdade social. Continue lendo

Infâmia israelense

Criminoso de mais uma guerra

O embaixador israelense no Brasil diz que a declaração do governo brasileiro sobre o massacre perpetrado em Gaza pelas tropas sionistas fará do nosso país um ator irrelevante no cenário internacional.

Irrelevante e grosseira tal manifestação, bem como seu autor. Israel comete crimes hediondos, crimes de guerra à margem de qualquer ordem mundial. Quer extirpar os palestinos daquela região. Merece o opróbrio, o mesmo destinado ao hitlerismo nas fases finais de seu regime – já que, anteriormente, prevaleceu a omissão do chamado “mundo livre” e do próprio Vaticano.

Numa coisa a História não mudou, com certeza: justiça e liberdade andam juntas. Na guerra promovida por Israel, não há como escapar do julgamento dela, a História. Não há chance de ser inocentada por ela e pelos que virão. Pobres israelenses, que em um tempo mereceram apoio das forças democráticas e progressistas para instituírem sua nação autônoma, e instituíram um Estado sionista, cão de fila dos EUA, só sobreviventes, aliás, graças à política criminosa de Obama-John Kerry e tutti quanti os precederam nestas várias décadas de guerras agressivas.

A História dirá quem é irrelevante, mais uma vez. Um Estado e um povo que não sabem o valor da Paz, assentada em justiça e igualdade de direitos, estão condenados a se isolar.