A violência econômica: O poder dos juros e das corporações financeiras

É estranho constatar que em todo o ciclo escolar, inclusive nas universidades, a não ser na área especializada em economia financeira, ninguém nunca teve uma aula sobre como funciona o dinheiro, principal força estruturante da nossa sociedade. A população se endivida muito para comprar pouco no volume final. A prestação ‘cabe no bolso’ (mas pesa no bolso durante muito tempo). O efeito demanda é travado. Quando 61 milhões de adultos no Brasil estão com o nome sujo no sistema de crédito, é o sistema que está deformado. Continue lendo

Para sobreviver, Temer aposta na ‘retomada’ da economia. Mas… que retomada? (por Tiago Pereira)

Dados comemorados pelo governo e por parte da mídia tradicional são frágeis e apontam para “longo caminho” até superação da crise, dizem economistas. Mercado comemora projeto concentrador e excludente

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A dimensão do desastre do golpe (por Gustavo Castañon)

FHC pegou o Brasil com uma dívida pública de 34% do PIB. Doou metade do patrimônio público sob a alcunha de “privatização”. Duplicou a dívida externa. Quebrou o país três vezes, precisando recorrer ao FMI. Entregou o país a Lula sem reservas e devendo 76% do PIB. Já a dívida líquida, que leva em conta os créditos (e não só os débitos) do governo e ele recebeu em 29,5%, deixou em 60,4% do PIB.

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A despesa do governo com juros foi responsável por 81% do déficit fiscal (por Amir Khair)

A Economia no fim de 2016 (3):

Recomendo a leitura de quatro diferentes autores e diferentes perspectivas, mas que julgo de algum modo convergentes em preocupações. Aqui segue a nossa terceira publicação Continue lendo