Astrojildo Pereira – Viva a juventude. Viva o PCdoB

Astrojildo Pereira surgiu no meio do público no auditório lotado do Teatro Popular de Niterói. Todos ficamos perplexos com a ousadia. Ele morrera em  21 de novembro de 1965. O que estava fazendo ali? Será que foi conhecer a magnifica obra de Oscar Niemeyer, que oferece a Niterói um dos mais belos teatros do Brasil, com espetacular visão sobre a Baia de Guanabara? Não. Ele ressuscitava para chamar a atenção dos brasileiros que a Revolução Russa está completando 100 anos e que o Marco Zero da Revolução Brasileira começava a ser estabelecido ali, naquele local privilegiado numa data das mais simbólicas: comemorações dos 95 anos do Partido Comunista do Brasil, fundado em Niterói em 25 de março de 1922.
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Um golpe contra a geração que vinha com tudo, por Osvaldo Bertolino

Um aspecto pouco falado do golpe consumado com o impeachment fraudulento da presidenta Dilma Rousseff é a redução de oportunidades de trabalho para a juventude. Fala-se dos ataques aos direitos dos aposentados e dos trabalhadores em geral, mas é preciso considerar que os programas sociais de inserção da juventude no mercado de trabalho também são conquistas importantes que estão ameaçadas.

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O Brasil se UNE pela Democracia

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Entre hoje (15/07) a domingo (17/07), 500 lideranças estudantis de Diretórios Centrais, Uniões Estaduais e Executivas de Curso se encontram em São Paulo durante o 64º Conselho de Entidades Gerais da União Nacional dos Estudantes (CONEG-UNE). Continue lendo

Escolas ocupadas: “Estudantes e comunidades nunca mais serão os mesmos”, creem educadores

por Gisele Brito, da RBA

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Nas ocupações, alunos valorizam escolas contra um discurso de ataque à coisa pública

LIÇÕES QUE FICAM

‘Estudantes e comunidades nunca mais serão os mesmos’

Legado político e pedagógico das ocupações das escolas de São Paulo já podem ser projetados, acreditam educadores

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Visitando uma escola ocupada

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* Luiz Henrique Dias 

Nesta quarta-feira (02) eu visite uma ocupação de estudantes.

Não tirei fotos e nem vou divulgar o nome da escola para não atrapalhar a organização da ocupação e para não colocar em risco a segurança dos estudantes, uma vez que as fotos fornecer dados acerca de quem são e de quantos são.

Fui até lá a convite de um dos integrantes do movimento e pude, durante quase duas horas, conversar com estudantes, participar de alguns debates sobre temas importantes e jantar com eles, que fizeram em mutirão uma deliciosa comida, utilizando alimentos de doações da comunidade.

Fiquei impressionado com a organização e com o compromisso de luta daqueles jovens.

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