“Um ano de retrocessos e perda de prestígio do Brasil no mundo”: especialistas estrangeiros analisam o 1º aniversário do golpe (por Diario do Centro do Mundo)

Publicado na DW.

Há um ano, o presidente Michel Temer assumiu o cargo interinamente após o Senado ratificar o afastamento temporário de Dilma Rousseff. Na cerimônia de posse, Temer falou em “pacificar a nação” e “unificar o Brasil” e enfatizou que era urgente formar um governo de “salvação nacional”. Na ocasião, também aproveitou para anunciar os nomes de seus novos ministros. Ele também citou uma frase que viu em um outdoor: “Não fale em crise, trabalhe.”

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A Lava Jato é o Plano Cruzado do combate à corrupção, por Bruno Reis

Importante ensaio do professor Bruno P.W. Reis, associado no Departamento de Física e vice-diretor da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG.

Nele se afirma que, sendo o combate à corrupção tarefa permanente do Estado, deve preocupar-nos a sustentabilidade desse combate ao longo do tempo. Há maneiras destrutivas, quando espasmos (sempre fúteis) de limpeza geral desorganizam o sistema político-partidário e, ao fazê-lo, desorganizam ironicamente o substrato político-institucional sobre o qual se assenta, no fim das contas, a própria autonomia dos órgãos de controle. Sendo o combate à corrupção tarefa permanente do estado, deve preocupar-nos a sustentabilidade desse combate ao longo do tempo.

Assim como o Plano Cruzado, a Lava Jato é um mal. Não é preciso passarmos por ela pra aperfeiçoarmos o combate à corrupção. Com seu messianismo populista desastrado, uma operação que se permite a ela mesma violar a legislação enquanto acredita combater a corrupção, pode muito bem fazer retroagir esse processo por algumas décadas.

Leia na íntegra: http://migre.me/wvCwT

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Jô Moraes: Não há atalhos fora da Constituição!

Foto/Reprodução

A deputada federal Jô Moraes (PCdoB/MG) destacou, nesta quinta-feira (20), o comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, por suas afirmações durante solenidade do Dia de Exército, quando o militar alertou para a “aguda crise moral, expressa em incontáveis escândalos de corrupção que nos compromete o futuro”. Para ele,  “este momento tão grave não pode servir a disputas paralisantes” e que “não há atalhos fora da Constituição”.

Segundo Jô Moraes, o general Villas Bôas “assume claramente o compromisso de que a Constituição que aí está e que instituiu o Estado Democrático de Direito, alicerçado em uma legislação que assegura direitos e parcerias entre os três Poderes, é fundamental, tem de ser mantida”.

Fonte: Jô Moraes

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Eleições e Plebiscito Revogatório Já (por Roberto Requião)

Para se mudar uma realidade, é preciso que a conheçamos em profundidade. A realidade do Brasil, hoje, que é exposta nas redes de televisão, nos jornais e nas rádios é terrível.  Mas ela não é uma realidade completa e fielmente representada por essa mídia.

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O colapso do sistema político e os próximos passos do golpe (por Jeferson Miola)

O sistema político está colapsado; sua implosão é parte da estratégia da força-tarefa da Lava Jato. A política não está sendo dirigida pela própria política, no sentido abrangente do termo, porque não está sendo deliberada no âmbito da democracia, da eleição e da representação.

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