Antonio Candido, o mestre do Brasil (por Leandro Sarmatz)

Foto: Marcos Santos/USP

Retirado do blog da Super Interessante 

Antônio Cândido tem papel fundante na crítica literária brasileira e, nessa condição, mais importante, é que se tornou um clássico na linha dos intérpretes do Brasil, na linhagem de gigantes como Freyre, Buarque de Hollanda, Caio Prado Jr e tantos outros. Com o acréscimo de ter sido um pensador social militante, como Florestan Fernandes, com uma penetrância sem par na análise crítica aliada a um doçura terna no trato pessoal.

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A UBE conclama ao país ao cumprimento das leis e à conduta ética (por Durval de Noronha Goyos Junior)

A participação efetiva do Brasil na Segunda Guerra Mundial, ao lado dos Aliados e em defesa dos valores caros à Humanidade, representou um divisor de águas no tocante à democratização do País e um avanço marcado pela paulatina redução da exclusão social, da dominação desmedida e feroz das classes dominantes sobre a cidadania. Ao mesmo tempo em que nossas instituições de direito interno evoluíam, o Brasil cooperava para a construção de uma ordem jurídica internacional, que almejava um equilíbrio baseado no regime de regras. Esta gradativa evolução tornou menos abrupta a desigualdade social e representou a transposição da maior barreira em nosso processo da busca do bem comum.

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Raduan Nassar, prêmio Camões 2016: Não há como ficar calado!

Às dez e meia da manhã desta sexta-feira 17, o escritor Raduan Nassar subiu ao palco montado no Museu Lasar Segall, em São Paulo, para receber o Prêmio Camões de 2016, honraria concedida pelos governos do Brasil e Portugal e um dos principais reconhecimentos da literatura em língua portuguesa. Nassar ofereceu à plateia o seguinte discurso:

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