Os interiores de Guimarães Rosa: a sabedoria popular nas estórias do escritor mineiro

Há 50 anos nos despedíamos do escritor que narrou o sertão no realismo mágico de suas palavras inventadas.

Conhecedor de 13 línguas, Guimarães rodeou o mundo como diplomata, mas sempre acompanhado do caderninho dele / Divulgação.

 “João era fabulista, fabuloso, fábula? Sertão místico disparando no exílio da linguagem comum? (…) Por que João sorria se lhe perguntavam que mistério é esse? E propondo desenhos figurava menos a resposta que outra questão ao perguntante? (…) Ficamos sem saber o que era João e se João existiu de se pegar” Continue lendo

O Bruxo e a República: 178 anos do nascimento de Machado de Assis (por Elder Vieira dos Santos)

Múmia fosse, Machado de Assis estaria hoje a arrastar mais de um século de bandagens pelos corredores da Academia Brasileira de Letras, ou a empoar de cinzas os cômodos de seu sobrado no Cosme Velho. Como seu corpo mestiço está disperso em átomos sob uma campa do cemitério carioca de São João Batista, memoramos hoje o natalício do gênio – o maior da prosa de ficção em Língua Portuguesa; perpétuo paradigma da literatura brasileira e de além-mar.

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A UBE conclama ao país ao cumprimento das leis e à conduta ética (por Durval de Noronha Goyos Junior)

A participação efetiva do Brasil na Segunda Guerra Mundial, ao lado dos Aliados e em defesa dos valores caros à Humanidade, representou um divisor de águas no tocante à democratização do País e um avanço marcado pela paulatina redução da exclusão social, da dominação desmedida e feroz das classes dominantes sobre a cidadania. Ao mesmo tempo em que nossas instituições de direito interno evoluíam, o Brasil cooperava para a construção de uma ordem jurídica internacional, que almejava um equilíbrio baseado no regime de regras. Esta gradativa evolução tornou menos abrupta a desigualdade social e representou a transposição da maior barreira em nosso processo da busca do bem comum.

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O modernismo brasileiro e o contexto cultural dos anos 20 (por Aracy Amaral)

Tarsila do Amaral, A Caipirinha, 1923

O modernismo brasileiro visto em análise comparativa com outros movimentos modernistas de países do Mercosul. Influências de tendências como o art déco em artistas modernistas brasileiros. Nacionalismo na arte e características da produção das principais figuras do movimento nos anos 20 e 30. Continue lendo