Em 2018, vencerá aquele que representar ‘inclusão’

Lembrando a famosa eleição de Bill Clinton, em 1992. No Brasil, não é a economia. É a inclusão, estúpido!

Por Antônio Britto*

Ao ler a pesquisa do Datafolha deste final de semana, o leitor pode ficar com a impressão de que o brasileiro não sabe o que quer.

No levantamento, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva está colocado em 1º lugar.

Os entrevistados dizem que uma das principais qualidades de um presidenciável deve ser a experiência.

Ao mesmo tempo, afirmam que querem Lula na cadeia. Continue lendo

Datafolha confirma que 2018 será negação da política pela direita, por Ricardo Cappelli

O ex-secretário nacional do Ministério do Esporte e atual secretário de Representação Institucional do governo do Maranhão em Brasília, o jornalista Ricardo Cappelli, analisou em seu Facebook os resultados da pesquisa Datafolha; “Lula continua imbatível. É um fenômeno popular imune a qualquer tipo de massacre midiático judicial. Na cabeça do povo é simples, pragmatismo na veia. Não existe político “santo”. Se é assim, melhor ficar com o que fez mais por mim”; “A direita fará de tudo para condenar Lula no TRF4 e tirá-lo do jogo. E vai trabalhar pela construção do candidato da negação do sistema pela direita”, diz o jornalista

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Pedro Serrano: o sistema penal não soluciona o problema da corrupção (do RBA)

Retirado do Portal Rede Brasil Atual

“A Justiça não pode acolher a destruição simbólica de pessoas por conta de fatos que não estejam devidamente comprovados”, diz o advogado e professor de Direito Constitucional da PUC-SP

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A sentença de Moro: Um pacote de inconsistências (do Probus)

Retirado do Portal Probus

Miguel Reale, pai, que namorou com o Integralismo na juventude, versão tupiniquim do fascismo italiano, mas um jurista que tinha grande preparo teórico, lamentava, na obra Lições Preliminares de Direito que Lógica tivesse sido banida do ensino secundário.

Palavras que primam pela atualidade.

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De Beccaria a Foucault: aspectos por detrás da sentença que condena Lula à prisão (por Nathaly Munarini)

 

Mais uma da série Estado de Exceção.

Analisando a fundamentação da sentença sob a ótica beccariana e foucaultiana da punição, partindo-se das estruturas normativas punitivistas dos séculos passados, sobretudo do século XVI até meados do XVIII, é possível identificar uma pessoalidade muito significativa em relação à decisão do então magistrado Sérgio Moro no processo que condenou Lula à prisão. É sabido que a ânsia por punição em nosso país é uma característica muito presente no sistema penal, sobretudo acerca de casos envolvendo pessoas públicas. A mídia completa este cenário, fomentando a necessidade de ver na prisão todos aqueles que são acusados de algum crime, ainda que tudo indique que sejam inocentes.

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