Dos movimentos modernizantes ao espírito novo: Arquitetura brasileira após a Semana de Arte Moderna (por Rodrigo Queiroz, Maria Luiza de Freitas)

O presente texto (publicado em 2012) se propõe a discutir a tomada de consciência do moderno

na arquitetura brasileira perpassando assim por episódios como a exposição de arquitetura da Semana de Arte Moderna de 1922, a Exposição Internacional Comemorativa do Centenário da Independência, as vindas do arquiteto franco-suíço Le Corbusier em 1929 e 1936 ao Brasil e os momentos que intercalam essas datas e constroem um complexo cenário. Continue lendo

Mário de Andrade e a lição do modernismo (por José de Paula Ramos Jr.)

Na célebre conferência “O Movimento Modernista”, proferida em 1942, Mário de Andrade traça um histórico do modernismo para chegar a uma avaliação do legado do movimento para a arte e para a cultura nacional. Realizada na biblioteca do Ministério das Relações Exteriores, no Rio de Janeiro, em celebração dos vinte anos da Semana de Arte Moderna, essa conferência serve de emblema para a assimilação ofi cial do modernismo, no momento em que seu esgotamento é assinalado por um de seus representantes máximos. Continue lendo

Nossa homenagem a São Paulo

Na última quarta-feira, 25, São Paulo celebrou 463 anos. Ao longo da história jogou papel importante em distintos momentos dá vida nacional. Desde a interiorização do país até tornar-se na mola propulsora do capitalismo brasileiro. Como tal, é também, palco destacado da luta de classes no Brasil. Nesse sentido, presenciou eventos que marcaram época na nação. Uma delas, sem lugar a dúvidas, foi a realização da Semana de Arte Moderna em 1922.

Diante disso, segue nossa homenagem à Paulicéia desvairada nas palavras de um de seus grandes: Mario de Andrade. Continue lendo

Obra de Mário de Andrade está em domínio público

Mara L. Baraúna

Enviado por Mara L. Baraúna

Mário de Andrade

 

Do Sobreviva em São Paulo

Obra de Mário de Andrade está em domínio público a partir de hoje

Por Rodrigo Lima

O escritor brasileiro morreu em fevereiro de 1945. É um dos principais nomes do movimento modernista, maior responsável pela Semana de Arte Moderna de 1922 e influência fundamental na literatura, poesia, fotografia e pesquisa folclórica brasileira.

Suas obras mais conhecidas são o livro de poesias “Pauliceia Desvairada”, que inspirou a Semana Moderna, e os romances “Amar, verbo intransitivo”, de 1927, e “Macunaíma”, de 1928.

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