(Só) 11 vereadoras eleitas em São Paulo, mas poucas com propostas claras para dar voz às mulheres (por Gabriele Garcia)

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No domingo (02) foram eleitas em São Paulo apenas 11 mulheres, sendo que cinco delas se reelegeram consecutivamente. Vale observar que os paulistanos podem eleger 55 vereadores. Continue lendo

Elas mudaram de identidade para ganhar espaço num mundo de dominância masculina. por Marlo Thomas

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Em 1959, a americana Rena Kanokogi venceu um campeonato de judô organizado pela associação de jovens homens cristãos (YMCA, na sigla em inglês). Billy Lee Tipton atraiu holofotes na cena de jazz dos anos 1930 e 1940. No século 8, Marina viveu como um monge num monastério do Vale de Kadisha, região onde hoje é o Líbano.

Em comum, todas essas mulheres agiram sob um disfarce masculino para poder fazer aquilo que queriam. E estão longe de serem as únicas. Na história, e em diferentes culturas, mulheres se passaram por homens para poder ir para guerra, praticar esportes, trabalhar, escrever e até mesmo criar os próprios filhos.

“Fora da ficção, as tentativas de mulheres de se passarem por homens sempre foram uma resposta desesperada a bloqueios profissionais e sociais”, escreveu a jornalista Marlo Thomas sobre a questão. Conheça algumas dessas histórias: Continue lendo

Antes de Hillary: conheça cinco mulheres que disputaram a Presidência dos Estados Unidos

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Questões de Gênero

Hillary Clinton é 1ª a conseguir candidatura por um grande partido; Victoria Woodhull, 1ª mulher a disputar eleições gerais, em 1872, foi impedida de votar

Por Camila Alvarenga Do Opera Mundi

A ex-secretária de Estado dos EUA Hillary Clinton se tornou nesta quarta-feira (08/06) a candidata à Presidência norte-americana pelo partido Democrata para as eleições deste ano. Hillary alcançou o número necessário de delegados para emplacar a nomeação da legenda, o que a torna também a primeira mulher a concorrer à Casa Branca por um dos dois grandes partidos do país. Continue lendo

Cidades inclusivas com mais politicas públicas para as mulheres

O PCdoB vem se destacando quanto à participação da mulher na luta política, social e cultural, bem como na vida partidária. Isto deve-se a uma ideia vanguardeira adotada quando da aprovação do novo Estatuto partidário no 11º Congresso: a constituição de um Fórum Permanente do PCdoB sobre a Emancipação da Mulher. Isso motivou uma grande emulação em todo o partido para promover a participação feminina e se alcançou alto grau de elaboração.
Partilho hoje com os leitores e leitoras esta Agenda de Políticas Municipais para as Mulheres. É ano eleitoral, o PCdoB terá candidatas destacadas em todo o país – como Jandira Feghali e Alice Portugal entre outras – mas esta agenda pertencerá a todos os candidatos comunistas assim que debatida e aprovada. É uma leitura indispensável.
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Uma cidade desenvolvida e para toda a gente se contrói com políticas públicas que representam ganhos na qualidade de vida, acesso amplo da população a seus serviços, valorizam a saúde, educação, cultura e lazer, emprego, mobilidade urbana, habitação, saneamento e a participacão popular nas decisões. Continue lendo

Especial Mulheres na Política: “Onde estão as mulheres?” – Por Nádia Campeão

POR #AGORAÉQUESÃOELAS

Por Nádia Campeão*

nadia1O dia 12 de maio de 2016 se insere, a partir de agora, como mais uma “página infeliz da nossa História”. Afastou-se a Presidenta da República, eleita pelo voto direto do povo brasileiro, antes do término do mandato. Foram golpeados, a um só tempo, a democracia, a Constituição, a soberania popular, a luta histórica das mulheres.

Muitas pessoas, até descontentes com este desfecho dramático, se sentem incomodadas quando se fala de Golpe. Afinal, não se viu tanques e tropas nas ruas. Apegam-se à aparência de um processo parlamentar que teria percorrido os trâmites legais previstos. Aparência e não essência. A verdade nua e crua, que horas intermináveis de discursos jamais poderão comprovar,  é que não há crime de responsabilidade da Presidenta da República que respalde um processo de impedimento. Tanques e tropas simbólicos passaram por cima de todos e todas que, ao longo de um domingo de eleições no país em 2014, foram às urnas depositar seu voto num projeto, numa esperança, num ideal, tenha sido ele vitorioso ou não.

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