Ronaldo Carmona: “Brasil perdeu a capacidade de ação. Reverter ações de Temer será primeiro passo” (por Renato Bazan)

Ronaldo Carmona, cientista social e membro do Comitê Central do PCdoB, é um aliado antigo dos movimentos progressistas, tendo representado a intelectualidade brasileira inúmeras vezes em encontros internacionais e debates sobre os rumos do Brasil. Em julho de 2017, Carmona estendeu sua atuação à CTB ao produzir a nota técnica “A crise na Indústria e os trabalhadores”, em que ele e a Central avaliam os impactos da crise na indústria e o avanço do desemprego.

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O “novo projeto” proposto pelo PCdoB converge com os “novos caminhos” defendidos por Xi Jinping (por Haroldo Lima)

Ao abrir a Cúpula dos Brics, em 3 de setembro passado, o presidente chinês Xi Jinping disse que a “economia mundial ainda não saiu da fase de crescimento fraco” e que “a resposta para os problemas do atual momento não está em retomar o crescimento a uma grande velocidade, mas em se buscar novos caminhos de desenvolvimento”. (FSP). O líder comunista referia-se aos povos e países do mundo e sua observação sobre “novos caminhos para o desenvolvimento” se ajusta como uma luva para o Brasil. Aqui, sobretudo os comunistas do PC do B têm insistido na necessidade de um “novo projeto nacional de desenvolvimento”.

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500 anos de luta (por PCdoB)

Partido Comunista do Brasil, publicado em 01/05/2000

Na construção de um povo, uma cultura e uma nação novos O dia 22 de abril de 2000 assinala os 500 anos do desembarque de navegadores portugueses no litoral da Bahia. O Partido Comunista do Brasil comemora esta data que marca o início da formação do Brasil e do povo brasileiro com a convicção de que este é um momento privilegiado para a reflexão sobre a nação e as dificuldades que a atual conjuntura mundial opõe à sua afirmação soberana.

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A questão nacional, o sentido classista da luta e a unicidade do povo brasileiro (por Walter Sorrentino)

O FÓRUM DOS MOVIMENTOS SOCIAIS do PCdoB se reuniu em 11 de agosto passado para examinar estratégias das lutas sociais face ao descalabro brasileiro neste momento. Na ocasião promovi o debate em torno de alguns temas que me parecem nodais.

É necessário situar os movimentos sociais (MMSS) onde atuam os comunistas numa dada concepção e no âmbito de intensa luta política e ideológica em curso, em unidade e luta com as demais correntes da esquerda política e em disputa com as mensagens conservadoras transmitidas pelo estado de coisas dominante.

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