Governo Doria: ataque aos serviços públicos e às políticas sociais, ameaça ao futuro de São Paulo

Transcorridos pouco mais de 100 dias de governo Dória, este carimba sua marca na administração do município. Com altos investimentos em marketing busca identificar Dória como “trabalhador”, “não político” ou como prefeito dinâmico, por um lado. E, com uma pauta reacionária reprime professores e estudantes, militantes dos movimentos sociais que lutam para não ver sobre seus ombros recair a atual crise econômica.

Tendo como objetivo analisar esse começo de governo tucano na capital paulista o PCdoB promoveu, no último sábado, o seminário, “São Paulo: O desmonte anunciado.” O evento ocorreu no Sindicato dos Engenheiros e contou com a participação da militância do partido, dirigentes. Da mesma maneira, participaram da atividade amigos e especialistas nos debates acerca da cidade e da gestão pública. A primeira mesa de debates, “Ataques ao serviços públicos e retrocessos democráticos”, contou com a participação de Júlia Roland, médica e ex-Diretora de Gestão Participativa do Ministério da Saúde; Valéria Leão, Educadora da rede municipal de ensino e Maria do Rosário, ex-Secretária de Cultura de São Paulo. Já a segunda mesa, contou com a participação do vereador do PT, Antônio Donato; do professor Aldo Fornazieri e da ex-Vice-prefeita e Secretária de Educação da capital, Nádia Campeão.

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Para professor da USP, gestão Haddad pode virar marco em SP

Haddad

Guilherme Wisnik, professor de Arquitetura e Urbanismo da USP, diz que o prefeito Fernando Haddad (PT) confronta tabus de São Paulo, como o protagonismo do carro; segundo ele, nem os maiores opositores de sua gestão podem negar o fato de que as ações estão orientadas para o interesse coletivo; “Não me espantarei se esses anos ficarem marcados na história como um ponto de virada civilizatória em São Paulo”

O professor da USP Guilherme Wisnik elogia as ações do prefeito Fernando Haddad (PT) e diz que elas podem virar um ponto de virada civilizatória em São Paulo. Segundo ele, nem os maiores opositores de sua gestão podem negar o fato de que suas ações estão orientadas para o interesse coletivo. Leia: Continue lendo