A cidade cinza do João trabalhador, cores e valores (por Toni C)

 

Já pensou um prefeito no Rio de Janeiro como um de seus primeiros atos, ordenar a retirada do Cristo alegando que a estátua está em desacordo com suas crenças religiosas? Pior, o próprio anticristo convertido em chefe da cidade, indo em pessoa dar fim ao Redentor de pedra sabão no alto do Morro do Corcovado? A cidade, o estado e o país não deixariam passar batido uma atrocidade dessas, concorda?

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95 anos depois (por Luiz Malavolta)

As chuvas torrenciais dos primeiros dez dias de fevereiro de 1922 produziram a maior enchente de que se tinha memória no Rio Jaú, noticiava a imprensa da capital paulista no dia 11 daquele ano. “Quatro grandes pontes sobre esse rio foram arrancadas pelas águas, tendo rodado muitos pontilhões. O matadouro ficou completamente inutilizado. A parte baixa da cidade está inundada, chegando a água até o jardim público e o Theatro Rio Branco. As instalações da empresa de luz e força de Dois Córregos rodaram, sendo grandes os prejuízos. Os prejuízos da Câmara Municipal montam a trezentos contos aproximadamente, não se podendo ainda avaliar as perdas particulares”, relatava o correspondente do “Estadão” em Jaú. Continue lendo