“Ahora comienza la campaña de verdad” (por Juan Andres Quezada)

No próximo dia 21 os candidatos à Presidência do Chile inscreverão-se para o pleito que ocorrerá em 19 de novembro. Mas o debate presidencial já está nas ruas. Assim, pode se dizer que, da mesma forma que no conjunto da região, o debate esta centrado nas políticas implementadas por Michele Bachelet. Entre elas podemos mencionar o fim do voto binominal, uma espécie de distrital misto herdado do período Pinochet e a Reforma Educacional cujo principal componente reside na proibição do lucro na educação. Por outro lado, as forças mais conservadoras daquele país agrupam-se em torno da candidatura de Sebastian Piñera, presidente símbolo da mercantilização do ensino superior e da repressão as mobilizações estudantis que sacudiram o país em 2011.

Com a proposta de levar adiante as medidas iniciadas por Bachelet, assim como aprofundá-las, Alejandro Guiller é o candidato apoiado pelos partidos que compõem a Nova Maioria, bloco de partidos que sustentam o governo da mandatária do Partido Socialista.  Guiller é senador independente (a legislação chilena permite essa modalidade) eleito pela região de Antofagasta no norte do Chile desde 2014. É jornalista e sociólogo. Nos anos 90 foi ancora de um dos principais tele jornais do país no canal Chilevisión que pertencia a Piñera. Como plataforma de governo pode-se  destacar o compromisso em aprofundar a reforma educacional iniciada por Michele e o enfrentamento aos planos de saúde privados.

Para que conheçamos melhor a figura de Alejandro Guiller, compartilhamos a recente entrevista concedida pelo presidenciável à revista chilena “Caras”:

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“Guillier Es El Que Le Compite A Piñera” (do El Siglo)

Guillermo Teillier echa un vistazo al cuadro político post primarias y asegura que en la carrera grande todo se definirá en segunda vuelta.

Hugo Guzmán R. Periodista. El presidente del Partido Comunista, diputado Guillermo Teillier, echa un vistazo al cuadro político post primarias y dice que el candidato de la derecha encara problemas, como que no es seguro que se le endosen los votos de Ossandón. Apunta que está claro que en la carrera grande todo se definirá en segunda vuelta y plantea que si la centroizquierda y la izquierda llega unida “a esa recta final, estoy seguro que los esfuerzos y decisiones van a rendir frutos favorables”. Afirma que “no andamos buscando la confrontación con el Frente Amplio” y que “no me gustaría que llegáramos a lo que llegaron los candidatos de la derecha en el debate que tuvieron, que fue un desastre”.

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