Revolução chinesa, antimperialismo e a luta pelo socialismo hoje (do Grabois)

Retirado do Portal Fundação Maurício Grabois

Esta entrevista, concedida pelo filósofo italiano Domenico Losurdo a João Quartim de Moraes, foi suscitada por uma resenha crítica, de autoria de Leandro Konder. Publicada no jornal carioca O Globo (01/01/2005), sob o título “Novas idéias para repensar velhas concepções”, a resenha trata de dois livros de Losurdo “recém” traduzidos para o português.

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Partido Comunista: que partido, para quê?

Como disse um dirigente do PC (M) da Índia, podemos pensar erguendo-nos sobre os ombros de Lênin para enxergar mais longe e vastamente, mas não pensar com a cabeça dele, pois ela cessou de trabalhar e estava voltada para seu tempo. Temos que fazê-lo com nossas próprias capacidades e experiências, aproveitando o proveitoso legado que ele nos deixou.

Com essas palavras encerro o pequeno ensaio para o livro Lênin – presença da revolução, organizado pela Sociedade Amigos de Lênin da Fundação Maurício Grabois e Editora Anita Garibaldi. Ele foi organizado por Aloisio Sérgio Barroso e seu lançamento ocorrerá nesta sexta feira, 7 de julho, onde espero encontrar as amigas e os amigos do Blog.

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Intelectual entre os bolcheviques, bolchevique entre os intelectuais (por Alexandre Deutsch)

Nas origens do Partido Comunista da União Soviética (PCUS), o partido fundado por Lênin, estava toda uma plêiade de homens excelsos, pessoas de um talento fora de série. Mas entre eles sobressaía a figura de Anatoli Lunatcharski (1875-1933), primeiro comissário do povo (ministro) da Educação da Rússia Soviética. Ele era um homem de uma erudição enciclopédica principalmente em questões de literatura, artes e filosofia. Não foi por acaso que o famoso jurista russo, o senador Koni, contemporâneo de quatro reinados, afirmou que Lunatcharski foi o melhor ministro da educação que alguma vez vira. E Lênin referiu-se a ele do seguinte modo: “Uma pessoa de talento raro e fecundo.”

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