É preciso frieza para entender e estar no jogo – Parte II (por Ricardo Cappelli)

Por que o jornalista Lauro Jardim teve o “privilégio” de dar “o furo do século”? Por que a Globo resolveu exigir a saída de Temer e colocar a família de Aécio no presídio no JN? Teria a família Marinho dado uma súbita guinada à esquerda? Seria Lauro Jardim o mais competente jornalista de todo hemisfério sul? Por que Meireles anunciou ontem ao mercado que, seja qual for o presidente, ele e sua equipe permanecerão? Quem lhe deu esta segurança? Por que foram feitas sonoras com alguns Ministros do STF defendendo a manutenção das atuais regras constitucionais (indiretas)?

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É preciso frieza para entender e estar no jogo – Parte I (por Ricardo Cappelli)

FOTO: DIDA SAMPAIO / ESTADÃO

Parte I

A recusa de Temer à renúncia foi de certa forma positiva. É preciso frieza e equilíbrio para ler o jogo em curso.

O movimento de ontem foi claro. O mercado pressionou fortemente por uma saída rápida. Apostou tudo nas reformas. O impacto das revelações e a reversão das expectativas foi fulminante. A Bolsa despencou. As empresas brasileiras perderam nada menos que 225 bilhões de reais. Suas ações despencaram. Um desastre.

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Xadrez do fim do governo Temer e da volta das diretas (por Luis Nassif)

A delação de Joesley Batista, da JBS – divulgada pelo Globo – é a maior bomba política da história.

Joesley entregou gravações com Michel Temer e Aécio Neves, que revelam por completo o que foi a aventura do impeachment e dos vazamentos da Lava Jato na véspera das eleições.

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Nova megadelação desorganiza os blocos e abre caminho para um novo candidato (por Alon Feuerwerker)

Boletim no. 62 Extra (17/05/2017)

O principal efeito da megadelação dos controladores e executivos da J&F será, pela primeira vez desde a eclosão da crise, há três anos, desorganizar os dois grandes blocos que disputam o poder. Também deve abrir caminho para um novo personagem, mas não necessariamente um personagem novo, na disputa de 2018.

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Terceirização e destruição do estatuto do trabalho (por Marcio Pochmann)

Retirado do Portal Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar

Sem a ampla mobilização social e trabalhista, os interesses da classe trabalhadora encontram-se fortemente atingidos negativamente, pois as reformas atualmente em curso representam fundamentalmente a vontade classista do rentismo. Sem discussão com a sociedade, o que se tem observado no Congresso em Brasília é o mero ritual burocrático, sem atenção para com os interesses contrariados, no caso, a maioria da população.

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