A guerra contra os servidores públicos (por Fabrício Ribeiro Sales)

Colegas, vivemos o mais brutal ataque ao serviço público e seus servidores de toda nossa história. Os partidos que tomaram o poder através do golpe são aliados do “mercado” – empresários, banqueiros, donos de empresas de comunicação, construtoras, petroleiras estrangeiras, especuladores, planos de previdência e saúde privados – e estão aplicando o mais duro conjunto de medidas para entregar recursos públicos e estatais lucrativas ao grande capital, nacional e estrangeiro.

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A crise da educação no Brasil não é uma crise; é projeto (por Roberto Amaral)

A frase de Darcy Ribeiro que titula este artigo sintetiza o governo que nos assola desde o golpe do impeachment: a dita crise, criada de fora para dentro, é um projeto de desconstrução, com início, meio e fim, que percorre todos os vãos da vida nacional, mas se concentra na inviabilização do futuro do país, cortando de vez as possibilidades objetivas de retomada do desenvolvimento, pois todas elas dependem de ensino, pesquisa e tecnologia, o alvos mais frágeis.

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“Há um estrago colossal na Universidade e no Estado brasileiro”, diz sindicalista (por Gregório Mascarenhas)

Foto/Reprodução: Mídia Ninja

Em 2012, com 12 campi, o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (IFRS) tinha 12 mil alunos cujas necessidades eram atendidas por um orçamento de 54 milhões de reais. Cinco anos depois, em 2017, os 17 campi tinham 19 mil alunos; as verbas, todavia, tinham caído para 50 milhões. A previsão para 2018 é de que o número de estudantes chegue a 22 mil – e o orçamento segue em queda, com previsão de 45 milhões de reais. “Sem qualquer sinalização de que na Lei de Diretrizes Orçamentárias estejam previstos recursos para investimentos”, diz a pró-reitora de administração do IFRS, Tatiana Weber.

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Sem democracia, austeridade é o novo ‘pacto social’ brasileiro (por Ana Luíza Matos, Flavio Arantes e Pedro Rossi)

Com a emenda do teto de gastos, o Brasil está submetido a uma drástica redução da participação do Estado na economia, representativa de outro projeto de país, que limita substancialmente os recursos públicos para garantia dos direitos sociais

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