Virou a correlação de forças nas ruas: rumo à Greve Geral! (por André Tokarski)

Quem sabe remar não estranha
vem chegando a luz de um novo dia
O jeito é criar um outro samba
sem rasgar a velha fantasia”
(Paulinho da Viola – Rumo dos ventos)

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Derrubar o governo Temer é uma demanda de dignidade (por Aldo Fornazieri)

Quando os gregos antigos criaram a Polis (cidade) como comunidade política e teorizaram sobre ela, estabeleceram como princípio cardeal de sua construção e de sua condução a ideia de Justiça, entendida como satisfação das necessidades, promoção do interesse comum, agregação de bens materiais e bens morais e espirituais, garantia a todos de condições que os abrigassem dos tormentos da pobreza e da miséria e busca dos fins éticos da comunidade – fins comuns – pela prática das virtudes, única maneira de promover o encontro da busca da felicidade individual com a felicidade coletiva.

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Movimento Brasil Agora: Frente Parlamentar em defesa da soberania nacional (por Carlos de Assis)

Organiza-se no Congresso Nacional, sob inspiração do deputado Patrus Ananias e com apoio de um grupo de senadores, entre os quais Roberto Requião e Lindberg Farias, uma frente parlamentar suprapartidária em defesa da soberania nacional. Talvez jamais na história republicana uma iniciativa desse tipo foi mais oportuna. A soberania do Estado brasileiro está em risco tendo em vista o programa em curso de desnacionalização sem paralelo, atacando inclusive alguns ícones históricos da economia nacional, como a Petrobrás. Continue lendo

Movimentos sociais vivem dilemas na luta contra o neoliberalismo (por Walter Sorrentino)

Na 2ª conferência nacional da Frente Brasil Popular eu indagava a quem serviu precisamente as demarcações produzidas no âmbito do Fórum Social Mundial entre movimentos sociais, partidos políticos e ONGs. Travava-se ali uma disputa de hegemonia que ficou à margem com as vitórias progressistas no Brasil e grande parte da América do Sul.

Emir Sader vai ao ponto nesse tema, neste pequeno artigo. Continue lendo

Unidade: nossa principal arma contra o golpe, por Ricardo Gebrim

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Gebrim: “A luta contra o golpe e sua nova ofensiva neoliberal será longa. É hora de jogar energias na retomada do funcionamento da Frente Brasil Popular” / Arquivo pessoal

A classe dominante aposta na permanente fragmentação das forças populares. Ao longo do enfrentamento ao cerco político conservador que produziu o golpe contra a presidenta Dilma, nossa maior conquista organizativa foi a Frente Brasil Popular.  Mais uma vez, a atual geração de lutadores pôde comprovar o ensinamento de que a unidade é mais poderosa arma de um povo em luta.  Essa geração constatou que os meios de comunicação têm consciência do perigo que representa a unificação nacional das lutas. Que juntos não dispersamos energias e potencializamos nossa força.

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